Thursday, March 30, 2017

Brasil A nova Democracia - editorial

Os estertores de um Estado em decomposição

Não adiantará às vivandeiras de quartel com seu reacionário discurso do “rearmamento moral” apresentarem-se como salvadoras da pátria, ainda que através de desbocados fascistas como Bolsonaro, nem os oportunistas eleitoreiros requentando seu “desenvolvimentismo” burocrático. Não vingará. […] O protesto popular tomará, por diferentes meios e formas, um volume nunca visto em nossa história e enfrentará a guerra civil reacionária em que o país já se acha mergulhado. As massas populares aprendendo a defender-se neste enfrentamento lançarão mão da justa belicosidade para impor seus interesses.
Editorial, AND nº 186
Ainda que a chamada delação do “fim do mundo” não tenha vindo a público em toda sua amplitude, já é possível aquilatar o pânico que toma conta do pântano em que se constituiu o sistema político brasileiro.
Fatos, por demais emblemáticos do afundamento dos três podres poderes deste arremedo de República, ocorreram nos últimos dias. Primeiro foi o encontro, registrado em escrachada foto, de Michel Temer, pelo executivo, Rodrigo Maia, pela Câmara dos Deputados, e Eunício Oliveira, pelo Senado, ambos chefes do legislativo, e Gilmar Mendes, ministro do Supremo pelo judiciário, tratando, no melhor estilo mafioso, de conjurar a crise política que ameaça levar de roldão todo o apodrecido sistema político com seus caciques, mandões e maiorais, bem como todas as siglas do Partido Único. Outro, foi o “barraco” encenado por Gilmar Mendes ao desqualificar o Ministério Público pelo vazamento dos depoimentos e ameaçando, inclusive, de impugnar as delações premiadas e o troco que recebeu de Janot que, sem citar o nome do indigitado, qualificou-o de comensal dos grupos de poder.
Essas tratativas são antigas em nossa história política. Em meados do século passado, o jornalista Aparício Torelli, com a irreverência que o caracterizava, fazendo troça da corrupção endêmica no Brasil, propunha: “Ou instaure-se a moralidade ou locupletemo-nos todos”. Na verdade, nunca tivemos nem uma coisa nem outra, pois os pactos concertados na política brasileira, por serem extremamente casuísticos, postergam a instauração da moralidade e garantem a locupletação somente por parte dos oligarcas e burocratas de alto coturno, às custas dos impostos pagos pela população.
A difícil tarefa nas mãos da trupe é conseguir enganar o povo brasileiro nas próximas eleições que se realizarão em 2018. Mais difícil ainda será encontrar a fórmula que consiga livrá-los dos crimes imputados pela Operação “Lava Jato” ao mesmo tempo que garanta sua eleição na próxima encenação da farsa eleitoral.
Prova da bancarrota do sistema político de governo como expressão da decomposição do velho Estado, uma vez mais a proposta de uma “reforma política” é lançada como panaceia. Desta vez clama-se por uma reforma de emergência baseada na votação em lista fechada, segundo a qual o eleitor, ao invés de votar num candidato, votará em uma lista elaborada pelos mafiosos das siglas do Partido Unico, sem poder indicar qual o de sua preferência. Essa proposta foi rejeitada por 90% de suas excrescências, quando apresentada há pouco mais de um ano. Agora, diante do sufoco, os nobres parlamentares são pelo voto em lista fechada desde criancinha.
Gilmar Mendes, amigo de Temer há trinta anos, fala que a grande questão é a de separar o dinheiro do candidato, ou seja, o dinheiro vai rolar, mas sem vinculação com os candidatos. Além de tudo propõe a criação de um fundo de cerca de cinco bilhões de reais para o custeio público das campanhas.
É possível que encontrem uma fórmula que contemple a maioria da picaretagem congressual, entretanto, dificilmente contemplarão a grande massa do eleitorado por demais já enojada e ainda mais ressabiada com as armações ilimitadas desta canalha que a cada dois anos lhe aplica o conto do vigário.
Os monopólios de comunicação, tendo à frente a rede Globo, já ensaiam suas pesquisas com vistas a direcionarem a vontade do eleitorado, entretanto, sua armação não impedirá o repúdio à farsa eleitoral. Também não adiantará às vivandeiras de quartel com seu reacionário discurso do “rearmamento moral” apresentarem-se como salvadoras da pátria, ainda que através de desbocados fascistas como Bolsonaro, nem os oportunistas eleitoreiros requentando seu “desenvolvimentismo” burocrático, encenarem mais uma vez a farsa de sua tragédia. Não vingará.
Diferente da proclamação da República a cuja encenação, nas palavras de Aristides Lobo, “o povo assistiu bestializado”, esse engodo preparado pelo conluio dos poderes desta república de fancaria não ficará impune. O protesto popular tomará, por diferentes meios e formas, um volume nunca visto em nossa história e enfrentará a guerra civil reacionária em que o país já se acha mergulhado. As massas populares aprendendo a defender-se neste enfrentamento lançarão mão da justa belicosidade para impor seus interesses

India - new massacre in Malkangiri region

India army tells that 24 maoists are killed in Jantri, 20th march

7 women and 17 men

police tells that they are in a training camp

acciones por la defensa de la vida y la salud del presidente gonzalo

In Ecuador
Defend Gonzalo Ecuador

In Chile .
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In Sweden
Defend Gonzalo Sweden

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In Rio de Janeiro

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Colombia 
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Mexiko  Gonzalo y Saibaba

Defend Gonzalo Mexico

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Paris - Justice et vérité pour Shaoyo Liu !




banderole

Le dimanche 29 mars, la BAC a assassiné Shaoyo Liu à son domicile devant sa famille. La BAC intervenu en civil prétend avoir agi en légitime défense, l’homme aurait eu une paire de ciseaux entre les mains, en effet il cuisinait alors du poisson pour le dîner. Il n’en fallut pas plus pour que le policier ouvre le feu, quelques secondes seulement après avoir forcé la porte.
Et comme à chaque fois les médias dominants en fanfare répètent tous dans un grand concert la version policière, tentant de justifier en vain ce nouveau crime de la police. On nous prétend tout d’abord qu’un policier aurait été gravement blessé jusqu’à devoir abandonner ce mensonge, sans jamais une rectification sérieuse bien sûr. On va ensuite nous dire que l’homme est un déséquilibré pour en donner une image menaçante.
Face à ce nouveau meurtre policier et face à cette avalanche de propagande de la police, la communauté chinoise en utilisant WeChat se tient au courant de la version de la famille. Le décalage est immense. Cet assassinat et son traitement médiatique a fait s’embraser la communauté chinoise qui s’est retrouvé dès le lendemain, lundi 27 mars, devant le commissariat Erik Satie du 19e pour exprimer leur colère face à cette situation et pour exiger la vérité et la justice.
Des bougies sont disposées devant le barrage policier en formant le mot « Violence ». Il n’y a au début qu’un seul slogan, un seul mot, celui de la vérité : « Assassin ! Assassin ! » crié en direction des policiers. Après plusieurs minutes, les femmes décident de se mettre en ligne face à la police. Peu de temps après la police charge alors que les manifestantes et manifestants sont accolés à des barrières et à un mur. Certains fuient dans les rues alentours pour continuer à manifester plus loin, d’autres sont contraints de se réfugier dans un immeuble. Des voisins regardent par les fenêtres ce qu’il se passe dans la rue, une manifestante leur explique la situation « C’est comme pour Théo ! ». La police continuera de réprimer toute la soirée à coup de grenade de désencerclement, de lacrymo et de tonfa, il y aura en tout 35 arrestations.
Le lendemain une nouvelle manifestation eut lieu, encore plus massive.
Le cas de Shaoyo Liu s’ajoute à la longue liste des violences policières. Dans l’esprit de chacun, il y a encore le viol de Théo commis il y a moins de deux mois par des flics de la BST à Aulnay-sous-Bois, tout le monde se rappelle aussi d’Adama et est témoin de la répression intense que subit aujourd’hui encore sa famille pour ne pas accepter de se taire.
Ces crimes policiers ne prennent pas place dans n’importe quel contexte. Ils n’ont fait qu’augmenter sous l’état d’urgence et continuent d’être de plus en plus légalisé par l’État bourgeois notamment avec la dernière loi sur la soi-disant « légitime défense » qui constitue un nouveau permis de tuer pour les forces de répression.
La communauté chinoise, loin des clichés qui lui sont attribués généralement, exige la vérité et la justice, de même que toutes celles et ceux luttant contre les violences policières. Cela ne pourra être obtenu qu’en établissant un véritable rapport de force. La révolte la plus grande et la plus forte est ce qu’il y a de plus légitime face à de tels injustices. Il faut montrer que l’impunité n’existe pas, la justice bourgeoisie acquitte, elle rend des non-lieux systématiques pour ses chiens, mais le peuple ne pardonne pas et à chaque crime policier nous allons continuer de montrer notre colère.
Face aux crimes policiers, organisons-nous. Développons l’auto-défense populaire car seul le prolétariat organisé peut être une force conséquente contre la force répressive de l’État bourgeois. La seule moyen de mettre fin aux violences policières, à leur oppression raciste c’est de mettre fin au système qui les génère : le capitalisme. C’est en balayant de l’histoire par la révolution ce mode d’exploitation et d’oppression qu’on pourra mettre un terme définitif à ces violences !
Justice et vérité pour Shaoyo Liu !
Justice et vérité pour Zyed, Bouna, Théo et Adama !
Justice et vérité pour toutes les victimes de violences policières !
Liberté pour Bagui et Yacouba !
Face aux violences policières, on a raison de se révolter !
Avançons vers l’auto-défense populaire !



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Wednesday, March 29, 2017

Viva os 50 anos da rebelion de Naxalbari!


 
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Contre la peine de l'emprisonnement à vie du Professeur GN Saibaba et des ses cinq camarades!




csgpindia@gmail.com


A  toutes les forces anti-impérialistes

A toutes les organisations contre la répression et pour la solidarité avec les prisonniers politiques

A tous les enseignants, les intellectuels, démocrates et étudiants

 

Nous protestons contre la peine de l'emprisonnement à vie du Professeur GN Saibaba et  des  ses cinq camarades!

Nous nous arrêtons à l'étouffement de la dissidence avec les lois liberticides et simulacres de procès!

Liberté pour tous les prisonniers politiques en Inde!

 

Après près de quatre ans, le 7 Mars 2017, la persécution du Professeur GN Saibaba de l'Université de Delhi a pris fin avec sa condamnation à la réclusion à perpétuité et de même pour les autres cinq accusés.

En 2013, la police du Maharashtra a illégalement fouillé deux fois la maison du Dr Saibaba sur de faux motifs de «recel de biens volés",  elle a saisi des supports informatiques sans les enregistrer et   les sceller tel que requis par le processus juridique.

En Avril 2014, le même professeur, qui est handicapé à 90% et forcé dans un fauteuil roulant, a été enlevé et emprisonné, accusé en vertu de la loi de «prévention des activités illégales" (UAPA) ainsi que les 5 autres, le journaliste et activiste Prashant Rahi, l'étudiant Hem Mishra et Adivasis Pandu Narote, Vijay et Mahesh Tirki Tirki.

Pendant deux ans, il a été détenu en détention provisoire à la prison centrale de Nagpur, où,  systématiquement, ont été nié, à une personne dans sa condition,  les installations les plus élémentaires nécessaires , les traitements et les soins médicaux dont il a besoin, ce qui a provoqué une détérioration dramatique de sa santé, qui a été reconnue par la Cour suprême indienne, qui, en Avril 2016 lui a accordé la libération sous caution.

A partir de là jusqu'à la veille de l'arrêt, Saibaba a été hospitalisé d'abord en soins intensifs, en cours de traitement pour des problèmes cardiaques, des calculs biliaires, la pancréatite et l'hypertension artérielle, la thérapie physique pour les diverses complications orthopédiques causées par les conditions de détention inhumaines,il a démissionné pour préparer une intervention urgente de l'ablation de la vésicule biliaire.

Le verdict est scandaleux! Il est basé sur des preuves fugitive obtenues illégalement et illégalement gardées, sur des «aveux» extorqués et ensuite rétractés, mais la plainte de coarctation de l'accusé n'a même pas été acquis par le même fonctionnaire qui avait ordonné la recherche des infidèles bons! Le tribunal a même refusé d'émettre un ordre supplémentaire pour garantir, en prison, à Saibaba de l'assistance  et des soins médicaux qui sont vital pour lui.

Comme nous a dit Saibaba lui même quand nous avons eu l'honneur de lui ….. , les juges et les policiers intéressés pas prouver les accusations, dans les longs interrogatoires ne faisaient que répéter à sa rencontre: "arrêter la campagne contre Green Hunt, revient à faire simplement le professeur d'anglais , et nous allons vous laisser seul. "

Ils veulent faire taire, enterrer pour toujours en prison jusqu'à l'assassiner, sa voix autoritaire entendu, l'ardent défenseur des droits des paysans, des populations tribales Adivasi, les intouchables des castes inférieures (dalits), de la classe ouvrière et de tous les secteurs de la société exploités et opprimés en Inde.

Ils veulent plier la résistance des populations tribales qui défendent leurs eaux, les forêts et les terres pour les empêcher de devenir la proie de la cupidité des sociétés minières.

Ils veulent étouffer les campagnes nationales et internationales de solidarité contre la guerre au peuple déchaînées par le gouvernement indien avec l'Opération Green Hunt, Salwa Judum 1 et 2, et ainsi de suite.

Ils veulent mettre en garde contre toute l'opposition démocratique au gouvernement fasciste hindou Modi, contre ceux qui résistent à la terreur fasciste, les organisations hindoues racistes et fondamentalistes et des armées privées de quantités illégales de produits alimentaires de l'Etat, contre tous les défenseurs des droits humains et des prisonniers politiques.

Pour toutes ces raisons, ce jugement ne peut pas passer sous silence!

Organisons chaque fois que possible des réunions d'information, des pétitions pour la libération immédiate de Saibaba et une procédure régulière, des initiatives de protestation aux ambassades et consulats indiens.

 

écrivons et envoyons des mails de protestation à :

 

Ambassade de l'Inde, Via XX Settembre, 5

M. Anil Wadhwa

gen.email@indianembassy.it

Fax: 064819539

 

Ministère des Affaires étrangères

M. Sushma Swaraj

eam@mea.gov.in

Fax: 011-23011463, 23013254

 

Ministère de la Justice

M. Shri Ravi Shankar Prasad

ravis@sansad.nic.in

Fax: 011-23793691

 

Inde Comité de solidarité - Italie

csgpindia@gmail.com

14 mars 2017

Free the Maruti Workers! 13 Maruti Union members given ‘Life Sentence’



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Internationale Solidarität mit den zu lebenslanger Haft verurteilten MSWU-Aktivisten ist notwendig! Kontakt: 7011865350 (Ramniwas), 9911258717 (Khusiram) für das PWC, MSWU. E-Mail: marutiworkerstruggle@gmail.comhttp://www.marutisuzukiworkersunion.wordpress.com

Free the Maruti Workers! 13 Maruti Union members given ‘Life Sentence’ for Struggling for Union Formation &Abolition of the Contract Worker System

MARCH 19, 2017
13 of our brothers have been given ‘life sentences’ – including 12 Maruti Suzuki Workers Union body members – on the baseless charge of ‘murder’ on 18 March afternoon by the Gurgaon Additional Sessions Court. 4 workers given 5 year sentences. 14 workers given 3 years, but have already spent 4 years in prison, so released. Of the earlier acquitted 117 workers who spent over 4 years in Jail, we do not yet know as to who will return the lost years. 148 already spent 4 years in Jail without bail since 2012 without bail and 2500 workers were earlier illegally terminated and then faced continual State repression.
We reject the falsehood that this is an ‘objective judgement’. The Prosecution Case and Judicial Sentence is based on no evidences, false-witnesses and pure class hatred. See here for details of the arguments. Workers had no involvement in the unfortunate death of the pro-worker manager who helped in registering the Union, Mr Avanish Kumar Dev – this is conclusively proved in the legal case from the Defence. The conflict on the day of 18 July 2012 started with a supervisor attacking a Dalit worker Jiyalal – who was later made into ‘prime accused’ in the case – with caste-based abuse, and the worker’s suspension. The entire case is part of management conspiracy to finish off the Union, an attack on the Right to Union Formation itself, and the demands–particularly of abolition of Contract Worker System–it was raising and symbol it became for workers struggle.
The nature of the legal case was informed from the outset by the vitriolic repressive manner in which thousands of workers were continually hounded after 18 July 2012 by the nexus of the management and government, including the Police, administration and labour departments. This Judgement – made in between turning Gurgaon and Manesar into Police camps – is directly anti-worker and heavily influenced by the interests of the Company management, to ‘set an example’, to sow fear and terror among all industrial workers in the country, particularly the belt of Gurgaon to Neemrana in Haryana and Rajasthan. The Prosecution in its final arguments – much similar to the Chandigarh HC order of May 2013 rejecting bail for workers – arguing for ‘death penalty’ for workers, talked of the need of restoring ‘confidence’ of capital, and the Prime Minister’s initiative of inviting global investors for ‘Make in India’. The confidence of these foreign and national capitalists depend on one thing: a cheap and compliant labour force, so no Unions or any raising of demands.
By specifically targeting the entire Union body, this Company Raj wants to tell us that the workers movement, the Right to Union Formation and other Trade Union rights as well as Human Rights of workers in the country will be simply (with illegal and legal means) crushed by capitalists and the State. The attack on our Union body members is been simply because they have been the leadership of the struggle against the management practices of exploitation of labour in the factory and waged a legitimate long struggle for trade union rights and dignity since 2011 with the unity of permanent and contract workers, demanding the abolition of the contract worker system, dignity in the workplace, and an end to exploitative practices by the management. And finally registered our Union on 1 March 2012. This workers assertion was not acceptable to the management and they wanted to crush our Union, especially after submission of the Charter of Demands in April 2012 which argued for abolition of contract worker system. So they conspired and escalated the conflict on 18 July 2012.
The struggle full of vitality and hope gave positive energies for other workers to fight similar exploitation in the industrial region and beyond from Honda to Rico to Asti to Shriram Pistons to Daikin AC to Bellsonica name a few. This collective workers assertion needed to be crushed and ‘taught a lesson’ in the interests of the company managements. Similar conflicts and cases of repression on workers movements have happened from Graziano Transmissions Noida, Regent Ceramics Puducherry, Pricol in Chennai and so on. This Judgement comes in the trail of these repression, increasing its tempo. And so, the industrial areas are being turned into Police Camps.
Maruti Suzuki CEO RC Bhargava has said this is a ‘class war’. And what the government dutifully is doing is to turn workers disputes with management into a ‘Law & Order problem’, to criminalize workers fighting for their Rights of Union formation and against the Contract System. We condemn this criminalization of workers.
We are not afraid, nor tired with so much continuous repression. IT is only by increasing the tempo of the unity of workers beyond the divisions of permanent and contract, and independent class assertion against the continuous attacks of the current Company-State regime of exploitation-repression, that we can take the struggle forward. Lakhs of workers in industrial areas are already doing solidarity actions since 9 March, and on 16 March, over a lakh workers in Haryana, Rajasthan, UP, Tamil Nadu did hunger strikes. On 18th immediately after the Judgement, 30000 workers in 5 Maruti Suzuki factories did an hour of ‘tool down’ solidarity strike even though the management tried to crush it as always by pressure to work and notice of 8 days pay cut. Since 16th March, there have been protests by various workers, students, human rights and other democratic organizations in over 20 cities, and deputations and solidarity positions and actions in 21 countries.
On 23rd March – the day of martyrdom of Shaheed Bhagat Singh – the Maruti Suzuki Mazdoor Sangh (MSMS), the joint platform of all 6 Maruti Suzuki factories have given the call of ‘Chalo Manesar’, for thousands of workers to gather and do a Protest rally in Manesar. We call upon all pro-worker forces to participate in this Protest. We also feel the need for a National Day of Protest, tentatively on 4th April. In this decisive and crucial hour, we appeal to all workers and pro-worker forces to stand with the demand to free the convicted workers, and wage a protracted struggle to ensure justice and workers rights, and show solidarity in whatever ways possible.
23 March ko Chalo Manesar!
Free the Maruti Workers!
End the Regime of Exploitation-Repression in the Industrial belts.

Provisional Working Committee,
Maruti Suzuki Workers Union
18 March 2017
Contact: 7011865350 (Ramniwas), 9911258717 (Khusiram) on behalf of the PWC, MSWU.

A NOVA DEMOCRACIA - ‘Defender a vida e a saúde do Presidente Gonzalo!’

Partidos comunistas maoístas, organizações revolucionárias e democráticas  se pronunciaram e realizaram ações em diversos países na semana do dia 23 de março, como parte da campanha internacional Defender a vida e a saúde do Presidente Gonzalo e seu todopoderoso pensamento gonzalo!

“Defender a vida do Presidente Gonzalo! Viva a Guerra Popular no Peru!”
“Convocamos o Movimento Comunista Internacional, assim como a todas as organizações revolucionárias, democráticas, e as massas populares de todo o mundo a dar um maior impulso à Campanha Internacional em Defesa da Vida e Saúde do Presidente Gonzalo, promovendo atos públicos ante representações diplomáticas e comerciais do velho Estado peruano”, diz a convocação emitida pelo Partido Comunista do Brasil – Fração Vermelha (PCB-FV).
A campanha foi impulsionada para reafirmar o papel do Presidente Gonzalo e do pensamento gonzalo – aplicação criadora do maoísmo aos problemas particulares da revolução peruana – e sua importância para a revolução proletária mundial.
A campanha também destacou-se por ressaltar os aportes de validez universal dados pelo Presidente Gonzalo na prática da revolução peruana, como a necessidade da construção concêntrica dos três instrumentos (Partido Comunista, eixo e centro; Exército Popular e Frente Única) e a consequente militarização do partido; a necessidade do assumimento de uma chefatura e um pensamento-guia gerados por toda revolução; definir o maoísmo como terceira, nova e superior etapa, entre outros. Sobre isso, discorremos já amplamente em AND nº 185, A forja de uma chefatura comunista.
As ações em sua defesa se dão no momento em que a reação peruana e a CIA ianque desatam uma perversa campanha para difamá-lo e tachá-lo de “genocida”, negando sua condição de comunista e revolucionário.
Campanha internacional

Moradores da ocupação urbana Nova Morada saúdam Campanha Internacional, Recife, PE
No Equador, a Frente de Defesa das Lutas do Povo (FDLP) se pronunciou aderindo à campanha internacional. Afirmou: “Por seu avanço e aporte à revolução proletária mundial, a guerra popular no Peru ganhou o ódio e a montagem das patranhas que orquestrou o imperialismo e a reação”. O Partido Comunista do Equador – Sol Vermelho (PCE-SV) emitiu também pronunciamento no qual agita as consignas Viva o Presidente Gonzalo e seu todopoderoso pensamento! e Viva a reorganização geral do Partido em meio da guerra popular!
Na Alemanha, durante a tarde de 22 de março, dezenas de ativistas e militantes revolucionários realizaram importante ato público em frente à embaixada do velho Estado peruano, em Berlim, agitando consignas como Defender a vida do Presidente Gonzalo! e Viva a guerra popular no Peru!
O Comitê Vermelho de Mulheres de Berlim, durante intervenção no ato, destacou: “Em todo o mundo, há revolucionários e comunistas nas obscuras masmorras da reação. O que tem de especial o caso do Presidente Gonzalo? O fato de ele ser o maior marxista-leninista-maoísta no mundo”. “O grande aporte do Presidente Gonzalo, do pensamento gonzalo, tem valor universal e deve ser aplicado também num país imperialista como Alemanha”, concluiu.

O Coletivo Internacionalista de Berlim também interviu: “Não é só no Peru ou na América Latina que os comunistas devem desfraldar, defender e aplicar os aportes do Presidente Gonzalo. Em todo o mundo, tanto nas nações oprimidas como nos países imperialistas, é dever de todos os revolucionários aprenderem com o Presidente Gonzalo e aplicar suas contribuições”.
Já o Movimento Popular Peru (Comitê de Reorganização) reproduziu no sítio vnd-peru.blogspot.com uma importante entrevista de 2013 com uma comunista do PCP e combatente do Exército Popular de Libertação (EPL), camarada Laura, discorrendo sobre a importância da chefatura do Presidente Gonzalo, da luta pela reorganização geral do PCP e por dar novo impulso à guerra, varrendo as patranhas da reação com os capitulacionistas. “Minha bandeira é vermelha e meu distintivo é a foice e o martelo. Nós nos consideramos filhos do Partido, da Revolução e do Presidente Gonzalo e por eles damos a vida [...] Esta é minha decisão”, encerra.
Democratas e revolucionários brasileiros tomam parte na campanha
http://anovademocracia.com.br/186/24c.jpg
No dia 11 de março, em São José dos Pinhais (região metropolitana de Curitiba, PR), durante encontro do Movimento Feminino Popular (MFP), dezenas de ativistas aderiram à campanha, discutiram a situação do Presidente Gonzalo e os intentos da reação de apresentá-lo como “criminoso” e “genocida”, além da sua importância para a revolução proletária mundial.
No dia 12, em Manga (norte de Minas Gerais), durante encontro do MFP, uma dirigente camponesa fez minuciosa apresentação do Presidente Gonzalo, de sua obra revolucionária e da guerra popular no Peru, vivificando a importância de tomar sua defesa como parte da luta pela revolução proletária mundial.
No dia 19, em Recife (PE), durante assembleia em uma ocupação urbana, ativistas da Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo (FRDDP) apresentaram o contexto da campanha internacional e a importância de se defender a vida e a saúde do Presidente Gonzalo e o pensamento gonzalo. Uma enorme faixa estampando Defender a vida e a saúde do Presidente Gonzalo!, ficou exposta durante todo o tempo.
O Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR) e a Unidade Vermelha – Liga da Juventude Revolucionária (UV) lançaram panfleto conjunto explicitando o histórico das patranhas reacionárias e dos revisionistas e chamando a defender a vida e o pensamento do Presidente Gonzalo.
No dia 22, no Rio de Janeiro, ativistas da FRDDP, MFP e MEPR foram até o consulado peruano. Com uma grande faixa escrita Defender a vida e a saúde do Presidente Gonzalo!, os ativistas expuseram as patranhas reacionárias, a situação atual da guerra popular no Peru e, principalmente, a necessidade de defender a vida e saúde do Presidente Gonzalo e seu pensamento como questão fundamental para impulsionar a nova grande onda da revolução proletária mundial.
Em Porto Velho (RO), no dia 23 de março, um grupo com dezenas de camponeses estenderam faixa com a consigna da campanha em defesa do Presidente Gonzalo durante audiência que denunciou a violência no campo praticada pelo conluio do velho Estado com o latifúndio.

Brasil - a nova democracia


Philippines - for debate - Communiqué of the Second Congress of the Communist Party of the Philippines

 redspark



The Second Congress of the Communist Party of the Philippines was held successfully on the fourth quarter of 2016. It was historically dated October 24 to November 7, 2016 as a way of setting off the celebration of the 100th year anniversary of the victory of the 1917 Bolshevik Revolution.
The historic significance of the Second Congress of the Party is indubitable. For the first time in nearly five decades, key leaders and cadres representing the Party’s close to seventy thousand members, were assembled to strengthen the Party’s unity, amend its program and constitution based on accumulated victories and lessons and elect a new set of leaders.
The successful convening of the Party’s Second Congress is a testimony both of the accumulated strength and capacity as well as determination to assemble a big number of cadres. It underscores as well the inability of the reactionary state to destroy the armed revolutionary movement.
Despite relentless enemy military operations, the Second Congress was successfully held inside a guerrilla base. It was secured by a battalion of New People’s Army (NPA) Red fighters and enjoyed boundless support of the peasant masses and indigenous minority groups in the area.
The Second Congress was composed of 120 delegates, both attending and non- attending. Of those who attended, around 30% were above 60 years old, while around 60% were in the 45-59 years age bracket, while 15% were 44 years and younger. The oldest delegate was 70 years old. The youngest delegate was 33 years old.
Reflecting the relative size of the Party’s membership, cadres from five Mindanao regions constituted around 45% of the regional delegates; while those from Luzon constituted 40%; and Visayas, 14%. The other delegates represented the Party’s central leading organs and its commissions.
Guided by the theme “Greater unity, greater victories,” the Party’s Second Congress took a long view of the Party’s 48 year history, took stock of the current objective and subjective conditions and reaffirmed the Party’s determination to advance the national democratic revolution to greater heights.
Amendments to the Constitution
The Second Congress amended the CPP Constitution to reflect the Party’s experience in applying Marxism-Leninism-Maoism as ideological guide in its concrete revolutionary practice.
The biggest important amendment to the Constitution was the elaborated preamble which enshrined the Party’s basic principles including its analysis of the concrete conditions of Philippine society, its national democratic line and program for waging a people’s democratic revolution to pave the way for socialist revolution and construction, its stand and history of struggle against modern revisionism, its strategy and tactics for advancing protracted people’s war and waging armed struggle as principal form of struggle, and establishing the people’s democratic government.

Chile - - FRENTE DE ESTUDIANTES REVOLUCIONARIO Y POPULAR - Defensa del Presidente Gonzalo


Hoy 23 de marzo de 2017, como activistas revolucionarios atendemos al llamado de la campaña de “Defensa de la vida y salud del presidente Gonzalo y el pensamiento Gonzalo”, pues tomamos firme posición porque el Presidente Gonzalo es el más grande marxista-leninista-maoísta, es ejemplo para el Pueblo oprimido, para quienes hoy tomamos posición por el camino de la Guerra Popular como único camino para romper las cadenas de la opresión y expulsar al Imperialismo de la faz de la tierra. 
Adherimos a la campaña en defensa de la vida del presidente Gonzalo pues es quien le ha dado aplicación universal al Maoísmo y la teoría de la Guerra Popular que es lo más avanzado que tenemos los explotados del mundo para alcanzar nuestra liberación. El presidente Gonzalo y los guerrilleros del Perú son ejemplo para los Pueblos del mundo, y son arma letal para los enemigos de los explotados: la gran burguesía y los terratenientes, pues han enarbolado, defendido y aplicado a las condiciones concretas del Perú el arma de los pobres del mundo, la todopoderosa ideología del proletariado: el Maoísmo. 
 Queremos dar un espacio para marcar línea divisoria con las ratas revisionistas y oportunistas de la LOD, quienes son parte del viejo Estado Peruano y se han llenado la boca hablando de acuerdos de paz que supuestamente el Presidente Gonzalo ha firmado dando fin a la lucha armada. Sabemos que esto no es más que una farsa y que la Guerra Popular en el Perú sigue más viva que nunca, a pesar de los recodos sufridos por golpes de la reacción, se continúan realizando las acciones de agitación y propaganda, y empuñando con aún más firmeza el fusil. 
Hoy entendemos que las condiciones son inmejorables, nos encontramos en la época de la ofensiva estratégica de la Revolución Proletaria Mundial, dentro de los 50 a 100 años del hundimiento del Imperialismo, vemos que hace aproximadamente 25 años que no hay año en donde no explote una revuelta a nivel mundial, pues las masas explotadas ya no quieren seguir siendo gobernadas como lo han venido siendo y los que gobiernan no pueden seguir haciéndolo como lo han hecho hasta hoy. Es por esto que tomamos con firmeza la tarea principal que tenemos como Pueblo: que es luchar por la conquista del Poder en nuestro país para expulsar al Imperialismo principalmente yanqui que mantiene a las masas oprimidas y en la miseria, también para solucionar de una vez por todas el problema de la concentración de la tierra en pocas manos como se da en el sur de Chile, a través de las forestales quienes afectan directamente a campesinos pobres Chilenos y Mapuche. Para lograr la victoria debemos cumplir con la tarea pendiente de los revolucionarios chilenos que es Reconstituir el Partido Comunista que fundara Recabarren en 1922, un partido con línea roja que en su teoría y acción tome firme posición por el maoísmo como tercera y superior etapa del marxismo-leninismo la ideología científica del proletariado, un partido que sirva a los intereses por completo del Pueblo y no de las clases dominantes como lo hace hoy el falso PC dirigido por Teiller. Hacemos el llamado a todos los revolucionarios a sumarse al internacionalismo proletario y apoyar, defender y aplicar la teoría de la Guerra Popular según las condiciones concretas de su país tomando como ejemplo a los compañeros del Perú, de la India, de Filipinas y Turquía 

¡A DEFENDER AL PRESIDENTE GONZALO! ¡VIVA EL PENSAMIENTO GONZALO! 

¡VIVA EL CAMINO DE LA GUERRA POPULAR! ¡VIVA EL PARTIDO COMUNISTA DEL PERU! 

¡HONOR Y GLORIA A LOS COMBATIENTES DEL PERÚ Y AL PRESIDENTE GONZALO! 

¡VIVA LA OPTIMISTA TAREA DE RECONSTITUIR EL PARTIDO COMUNISTA DE RECABARREN!


 - FRENTE DE ESTUDIANTES REVOLUCIONARIO Y POPULAR - 

Chile - ¡Vivan los Jóvenes Combatientes!


¡VIVAN LOS JÓVENES COMBATIENTES! 

Cada 29 de marzo las masas salen a las calles a conmemorar con protesta popular el Día del Joven Combatiente, donde homenajeamos y recordamos a quienes han dado su vida en la lucha contra la explotación y el fascismo. 
Su origen se remonta a la resistencia contra la junta militar fascista, donde cientos de jóvenes populares derrochaban heroicidad en las calles enfrentando a las fuerzas represivas, para derribar con la revolución al tirano Pinochet. Se decreta este día en honor a cuatro combatientes que dieron su vida un 29/03. 

Mauricio Maigret, de 17 años, militante del MIR (Movimiento de Izquierda Revolucionaria), apoyó el levantamiento popular de Pudahuel. Estos levantamientos hicieron temblar a la junta militar en esa época. Su función era la de realizar contención en el ataque a la Subcomisaría Teniente Merino. Fue en esa situación cuando las fuerzas represivas llegaron y él tuvo que cumplir la misión de cubrir heroicamente a sus compañeros, siendo alcanzado por dos balas de armas automáticas que le quitaron la vida. 
Rafael y Eduardo Vergara Toledo de 18 y 20 años, militantes del MIR, al igual que su hermano mayor Pablo, que perdería la vida 3 años después. Fueron ejecutados por Carabineros previo a una acción armada, siendo duramente criminalizados por la prensa monopólica. Ambos hermanos tenían una participación activa tanto en la Villa Francia como en su vida estudiantil. 
Paulina Aguirre, de 20 años, militante del MIR. Del mismo modo que con Eduardo y Rafael, se trató de un montaje que buscaba disfrazar la política de aniquilación de los militantes que luchaban contra el régimen militar. Fue asesinada en el Arrayán, en la casa en que ella vivía. 
Hoy reivindicamos a estos jóvenes combatientes y creemos que su lucha fue totalmente justa y, es más, continúa. 
Como enseña el marxismo, todo Estado es la dictadura de una clase por sobre otras, pudiendo esta dictadura (en Chile, dictadura de grandes burgueses y terratenientes) tener distintas formas, ya sea un gobierno demo-liberal o un régimen militar fascista. Es por esto que, si bien el gobierno cambió de forma, el sistema de Estado sigue igual, siendo el pueblo oprimido por las mismas tres montañas: el imperialismo, la semifeudalidad y el capitalismo burocrático. Las muertes recientes de Macarena Valdez, Nelson Quichillao y Manuel Gutiérrez a manos de la represión son ejemplo de lo anterior. 
Por esto, es necesario que más jóvenes populares sigan el ejemplo de estos combatientes que con violencia revolucionaria buscaban construir una nueva sociedad. Se requiere que la juventud popular se organice por la revolución y no se deje embaucar por los electoreros que ven en la misma legalidad terrateniente-burocrática una salida. 
La situación revolucionaria en el país se desarrolla cada vez más, por lo que se requiere desarrollar la creciente protesta popular, desbordando la legalidad, y forjar en medio de la lucha de las masas, la organización que una a los pobres del campo y la ciudad y los guíe a construir el nuevo orden al servicio del pueblo y destruir el viejo y podrido Estado por medio de la violencia revolucionaria, tal como hoy ocurre con las Guerras Populares en India, Turquía, Perú y Filipinas. 

¡A CONMEMORAR CON LUCHA EL DÍA DEL JOVEN COMBATIENTE!



Inde : À propos des forces spéciales Greyhounds

secours rouge


Les états voisins du Telangana et de l’Andhra Pradesh partagent fièrement une chose, leurs forces spéciales Greyhounds. Selon plusieurs officiers haut placés ayant été à la tête de différents types de forces paramilitaires et d’unités de police, les Greyhounds sont une des meilleures forces de contre-insurrection spécialisée dans les opérations anti-maoïstes et sont des experts de la guérilla dans la jungle. On sait très peu de choses sur ce commando, étant donné que les soldats sont tenus au secret. Il fut levé en 1989 par l’officier K.S. Vyas qui fut assassiné par des maoïstes pour son implication dans la naissance des Greyhounds. Ce qui les rend spéciaux, c’est leur taux de victoire qui s’élève à 98%. Entre 1995 et 2016, on dénombre 163 victimes dans les rangs policiers tandis que du côté de la guérilla, le nombre s’élève à 1780. Et de 2008 à 2017, trois victimes policières et plus de 700 dans l’autre camp.
Soldats Greyhounds Soldats Greyhounds
Un officier déclare "Bien que toutes les frappes contre les maoïstes en peuvent pas être créditées aux Greyhounds, ils sont responsables de plus de 80% d’entre elles et le nombre de victimes dans le camp des Greyhounds sur le total des victimes policières serait d’environ 20%. Un autre officier actuellement impliqué dans les opérations anti-maoïstes dans les zones de la capitale de l’Andhra Pradesh, Visakhapatnam déclare "Le nombre d’effectifs de la force s’élève à environ 3000 dans l’état et ils se déplacent en petites bandes de 15-25 commandos. Ils sont spécialement entrainés pour les recherches en forêts profonds et les combats. En plus de l’entrainement rigoureux qu’ils suivent, ils ont appris des erreurs et des expériences de terrain des 26 dernières années". Et un autre d’ajouter "Cela fait vingt ans que cette force a pris les maoïstes en chasse tant dans le Telangana et dans l’Andhra Pradesh et ses soldats sont à la pointe grâce à leur expérience des combats. D’autres états commencent à reproduire ce que nous faisons. Il y a à la fois du glamour et une récompense, et c’est la raison pour laquelle cela rend les Greyhounds attractifs".
"Après avoir servi pendant environ 15 ans, sur base de leur forme physique et leur évaluation mentale, ils sont retirés et réintégrés dans les forces de police générales. Dès lors, la moyenne d’âge est descendue à 35 ans. Par conséquent, ils sont plus en forme, plus jeunes et plus agiles que les autres forces paramilitaires du pays" déclare l’inspecteur général de la zone de Visakhapatnam. Ils utilisent une multitude d’armes sophistiquées, mais se servent également d’AK, d’INSAS et de SLR. Mais de l’avis général des membres des forces de sécurité, ce qui les rend différent des autres est leur capacité de couvrir d’énormes étendues de terres montagneuses et forestières, pouvant couvrir plus de 30 kilomètres en une seule opération tout en pouvant se ravitailler très frugalement de rations de fruits secs pendant plusieurs jours.
Le Telangana et l’Andhra Pradesh sont deux états inclus dans le "corridor rouge" dans lequel la guérilla maoïste contrôle et gère administrativement plusieurs zones qui ont été déclarées libérées.

Pays basque/État Espagnol : Trois émeutiers solidaires renvoyés pour "terrorisme"



Suite à une manifestation anti-répression à Pampelune le 11 mars dernier où des affrontements ont éclaté entre la police et les manifestants, quatre militants avaient été arrêtés par la police espagnole. L’un d’entre eux a rapidement été libéré, car mineur, les trois autres ont reçu des inculpations antiterroristes, pour des faits de "désordre public", "subversion contre l’ordre constitutionnel", incendies, etc.

Manifestation de soutien avec les 3 inculpés Manifestation de soutien avec les 3 inculpés 

Belarus : 700 manifestants arrêtés


Au moins 700 arrestations ont eu lieu samedi lors d’une manifestation pacifique, mais non autorisée par les autorités à Minsk. Les arrestations – moins nombreuses – se sont poursuivies dimanche.
Le mouvement de protestation prend sa source dans l’introduction d’une nouvelle taxe imposée aux chômeurs. Surnommée « taxe des parasites », elle est exigée de 470.000 Biélorusses, ce qui situe le taux de chômage à 5%, alors qu’il n’est officiellement que de 0,9%. Au cours des deux premières semaines de la contestation, les autorités ont laissé les gens manifester. Devant leur détermination, elles ont instauré un moratoire d’un an sur la taxe. Le ton a changé le 3, puis le 15 mars, avec des premières interpellations de journalistes et d’activistes (voir notre article). La manifestation de ce samedi était aussi une dénonciation de la répression du 15 mars.

France - Anto est libre !


Antonin Bernanos, un militant antifa de 22 ans qui avait été arrêté quelques jours après la manifestation sauvage du 18 mai contre la répression et la loi travail à Paris, lors de laquelle une voiture de police avait été incendiée par un fumigène, sera libéré ce soir. Quatre antifas avaient été arrêtés et inculpés de "tentative d’homicide sur personne dépositaire de l’autorité publique", "violences en bande organisée", "participation à un attroupement armé" et "destruction de biens en bande organisée". Trois sont libérés, mais pas Anto, qui est donc resté en détention 10 mois sur la seule foi du témoignage anonyme d’un policier dont le rôle sur place ce jour là n’est pas précisé. Ce mardi, la chambre d’instruction de la cour d’appel de Paris a décidé de le "libérer" et de le placer sous contrôle judiciaire dans l’attente du procès. Le Parquet de Paris avait fait trois fois appel pour empêcher cette libération.
La voiture cramée à Paris le 18 mai 2016 La voiture cramée à Paris le 18 mai 2016


Suisse/Turquie : Plaintes en série pour une banderole anti-Erdogan


La justice suisse a ouvert une procédure pour "appel à la violence" après une manifestation de 5.000 personnes samedi à Berne, lors de laquelle on pouvait voir une banderole montrant un pistolet braqué sur la tête du président Erdogan et cette phrase : "Kill Erdogan with his own weapons". Les autorités de la ville ont annoncé de leur côté vouloir déposer une plainte pour non-respect du règlement encadrant les manifestations. La municipalité avait donné son accord pour le défilé de samedi à condition qu’il se déroule "sans provocations". Quant à la justice turque, elle a annoncé lundi l’ouverture d’une enquête pour "appartenance à une organisation terroriste", "offense au président" et "propagande pour une organisation terroriste"...
C’est le Groupe de Jeunesse révolutionnaire (Revolutionäre Jugend Gruppe) de Berne (RJG) qui portait cette banderole, et il la revendique sur son site, ajoutant : « Ceux qui disent non à Erdogan sont traités de terroristes, toutes les formes de combat contre Erdogan sont légitimes. L’arme du meurtrier se retourne toujours contre lui. Tout comme personne ne pleure Hitler, Mussolini ou Pinochet, personne ne pleurera Erdogan. » La RJG est un des groupes signataires les plus actifs dans la Campagne pour la récolte de Celox pour les combattants internationalistes au Rojava lancée par le Secours Rouge International.
La banderole du RJG La banderole du RJG
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Allemagne : Action incendiaire contre la police à Hambourg



Dans la nuit de dimanche à lundi, à Hambourg, de fortes détonations ont retenti dans le secteur du commissariat de police de la Grundstraße. Plusieurs fourgons de police ont été détruits par le feu aux alentours de 2h45 dans le quartier ‘Eimsbüttel’. Parties de deux véhicules, les flammes en ont réduit quatre en cendres au total. Deux autres ont été fortement endommagés, malgré l’intervention rapide des pompiers.
Plusieurs récents incendies ont visé l’institution policière et ses représentants à Hambourg, notamment ceux ayant détruit deux véhicules de police à Altona et à Winterhude il y a dix jours, revendiqués dans un communiqué. Celui-ci appelle à continuer et à multiplier les attaques, ainsi qu’à se rendre à Hambourg pour le contre-sommet du G20 qui se tiendra début juillet.
Les fourgons de police incendiés à Hambourg Les fourgons de police incendiés ce week-end à Hambourg 

Argentina: Más de 600 mil manifestantes repudiaron a la dictadura y al macrismo



Este 24 de Marzo en la Plaza de Mayo y en toda Argentina centenares de miles se movilizaron contra la impunidad de ayer y de hoy, para impedir la reconciliación con los genocidas y contra la política macrista de impunidad y represión.

Videos:








Argentina / (TODAS LAS FOTOS) Más de 600 mil manifestantes repudiaron a la dictadura y al macrismo


Argentina:Una muchedumbrede recordó a los 30 mil desaparecidos y enjuiciaron al gobierno actual /Lo que se dijo en los dos actos

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Philippines - support people's war!

(Video) Filipinas: Militantes del Frente Democrático Nacional realizan acción en la capital filipina en apoyo a la guerrilla comunista del Nuevo Ejército del Pueblo en su 48 aniversario.




27 de marzo de 2017
 
Cientos de revolucionarios invitaron al pueblo a unirse al Nuevo Ejército del Pueblo y ser parte de su revolución contra el imperialismo de los Estados Unidos de América, el capitalismo burocrático y el feudalismo.

Mexico - el narcoterrorismo de estado

México: las narco-fosas del narco-capitalismo




Por Raúl Zibechi

"El país se ha convertido en un inconmensurable tiradero de cadáveres", destaca el semanario Proceso en su cobertura sobre el gigantesco narco-cementerio descubierto en el estado de Veracruz (Proceso, 19 de marzo de 2017).
Todos los días, desde hace una década, se acumulan noticias macabras que elevan la cifra de muertos por la 'guerra contra el narcotráfico' a más de 200.000 personas y 30.000 desaparecidos.
Al día siguiente, la Comisión Nacional de Derechos Humanos y ONU-Mujeres apuntan al corredor Puebla-Tlaxcala como una de las principales zonas de captación y tránsito de personas con fines de explotación sexual, lo que sucede desde hace, al menos, 20 años, "sin que el Estado mexicano intervenga de manera decidida en un fenómeno delictivo que se extiende cada vez más" (La Jornada, 20 de marzo de 2017). El informe asegura que "México es país de origen, tránsito y destino de víctimas de trata de personas, a lo cual contribuye su situación geográfica, dado que se ha convertido en paso obligado de los migrantes centroamericanos".
El mismo día, los medios informan del asesinato del periodista Ricardo Monlui Cabrera, propietario y director del portal El Político, cuando salía de un restaurante junto con su familia en el municipio de Yanga, en Veracruz. Sólo en ese estado, 24 periodistas y fotógrafos fueron asesinados durante las Administraciones de los miembros del PRI (Partido Revolucionario Institucional) Fidel Herrera y Javier Duarte. Este fue gobernador entre 2010 y 2016 y, desde hace seis meses, se encuentra prófugo de la justicia, que lo acusa por delitos de "delincuencia organizada", lo que habla de su vinculación con el narcotráfico.
Este breve panorama dibuja no obstante la lacerante actualidad de México, que sufre una guerra que se ha cobrado más víctimas que las guerras civiles centroamericanas en las décadas de 1980 y 1990. Hay tres aspectos que merecen ser destacados: la inacción del Estado, la connivencia de una parte de las instituciones con el narcotráfico y la acción de la sociedad civil organizada como única respuesta a la violencia.
El caso de Veracruz, que estos días ocupa las portadas de los medios, puede servir de muestra de lo que sucede en casi todo el país. Por un lado, aparece la disputa entre diversos carteles de la droga (Jalisco Nueva Generación y Los Zetas, con apoyo de agentes policiales y de la Secretaría de Seguridad Pública, en asesinatos y desapariciones). Una de las luchas más crueles se registra por el control de puerto de Veracruz, sobre el golfo de México, el puerto marítimo y comercial más importante del país azteca. Por allí salen toneladas de droga e ingresan los preciados precursores químicos imprescindibles para fabricar estupefacientes.
Veracruz tiene 212 municipios y se han encontrado fosas clandestinas en 44 de ellos, sobre todo en el entorno del puerto. La más reciente es la descubierta en Colinas de Santa Fe, que alberga un mínimo de 250 cadáveres, pero que la Policía Científica estima que podrían superar los 600.
Más aquí: Hallan más de 250 cráneos en fosa clandestina en Veracruz
El narco opera de una manera directa. Cuando una autoridad no se pliega a sus negocios, ya sea participando o dejando hacer, la asesinan o crean una situación insostenible. Cuando Miguel Ángel Yunes, del PAN, asumió la gobernación de Veracruz (el 1 de diciembre de 2016), en sustitución del prófugo Duarte, se produjeron 600 homicidios en los primeros 100 días de su Administración.

Chile - RESISTENCIA MAPUCHE



Reivindicación de acciones de sabotaje del ORT Wenteche-Catrileo

El Órgano de Resistencia Territorial (ORT) Wenteche – Catrileo de la Coordinadora de Comunidades en Conflicto Arauco – Malleco (CAM), comunica a nuestro Pueblo Nación Mapuche y a la opinión pública en general lo siguiente:

Kiñe: Que reivindicamos la acción de sabotaje realizado este domingo 12 de marzo en la madrugada, en contra de la empresa Trans – Cavalieri, acción incendiaria que destruyó completamente 19 camiones, 9 ramplas y un galpón en la ruta que une Temuco con Lautaro.

Epu: Que esta acción fue realizada por pu weichafe del ORT CAM, compuesto exclusivamente por mapuche, obedeciendo a los lineamientos de nuestro Proyecto Político de Liberación Nacional.

Kula: Que esta acción se enmarca en el justo proceso de lucha por el territorio y la autonomía de nuestro Pueblo Nación. En este sentido, se deben entender las acciones de sabotaje y ejercicios de control territorial como líneas en las que se sustenta nuestro proyecto político estratégico de Resistencia y Reconstrucción Nacional.

Meli: Que reafirmamos, como pu weichafe, el más férreo compromiso de lucha hasta las últimas consecuencias en defensa de nuestro pueblo y sus derechos políticos – territoriales, haciendo frente a todo proceso de inversión capitalista que arremeta y devaste nuestro territorio ancestral e histórico.

Kechu: Que con esta acción de mayor envergadura, también queremos señalar a nuestro pueblo oprimido que existe la voluntad y la capacidad de los weichafe – mapuche, de enfrentarnos decididamente a las expresiones del sistema capitalista y el Estado colonialista opresor, a pesar de los costos que esta lucha conlleva.

Kayu: Que frente a las voces del empresariado fascista y sus grupos de choque, los gremios, que piden al gobierno una mayor militarización y represión en contra del Pueblo Mapuche, respondemos con una actitud de dignidad combativa, elevando nuestros niveles de organización y lucha, de resistencia y sabotaje.

Regle: Que resultan vergonzosas las declaraciones de algunos personeros de gobierno que, como lacayos, salen en defensa de los intereses empresariales, pretendiendo invocar la ley antiterrorista del dictador Pinochet o hacen eco de los llamados a establecer una dictadura militar en la región, con el objeto de custodiar a los usurpadores. Sus posiciones reafirman lo que hemos venido sosteniendo, “este gobierno administra y legisla sólo para los poderosos y en contra del Pueblo Mapuche”.

Pura: Que nos resultan lastimeras las declaraciones de algunas voces al interior del movimiento mapuche que, sin representación, levantan la tesis de los auto-atentados, queriendo desvirtuar así la legítima expresión de resistencia de nuestro pueblo.

Aylla: Que al Estado le dejamos en claro que no creemos en sus llamados al diálogo. Para nosotros no son más que mentiras y nuevos engaños. Que no puede haber “paz social sin justicia para el Pueblo Mapuche”.

Finalmente, hacemos un llamado a todo nuestro PUEBLO – NACIÓN MAPUCHE, A LAS COMUNIDADES EN RESISTENCIA, A LOS WEICHAFES, a no dejarse amedrentar y a dar continuidad a los diversos procesos de lucha territorial y política.

QUE LA RESISTENCIA, NO ES TERRORISMO.
AMULEPE TAIN WEICHAN
MATÍAS CATRILEO MONGELEIÑ
¡FUERA LAS FORESTALES, HIDROELÉCTRICAS Y DEMÁS INVERSIONES CAPITALISTAS DEL WALLMAPU!


 Fuente: Resumen Latinoamericano

Colombia - TERRORISMO DE ESTADO : Herramienta paramilitar en Colombia

Indígenas de Colombia denuncian violaciones de DDHH por parte de paramilitares


18 marzo 2017

La Comisión de Derechos Humanos de los Pueblos Indígenas de Colombia denunció graves violaciones de derechos humanos en sus comunidades por parte de grupos armados ilegales, principalmente estructuras paramilitares.
De acuerdo con un reporte consolidado en la Mesa Permanente de Concertación con los Pueblos y Organizaciones Indígenas se determinó que entre enero de 2015 y febrero de 2017 un total de “84 indígenas fueron asesinados” en el país, señaló el viernes la Comisión en un comunicado.
Asimismo, en ese periodo cada hora “un indígena fue víctima de desplazamiento forzado; cada día 4 indígenas fueron confinados; cada mes 39 líderes, lideresas y autoridades indígenas fueron amenazados”, detalló.
La denuncia también precisó que sólo en lo que va de 2017 se han presentado un total de 1.307 vulneraciones a los Derechos Humanos e infracciones al Derecho Internacional Humanitario en contra de los pueblos indígenas en todo el territorio colombiano.
“En voz de los comisionados indígenas, se presentaron sendas denuncias que dan cuenta de las cruentas realidades que a la fecha golpean a los pueblos indígenas en Colombia, enfatizando en la profunda preocupación que genera la repara militarización de los territorios con posterioridad al proceso de desmovilización de las FARC”, señalaron los indígenas.
Dentro de esos grupos, señalaron, se encuentran las Águilas Negras, Autodefensas Gaitanistas de Colombia, desmovilizados de las Autodefensas Unidas de Colombia, los Rastrojos y los Urabeños, los cuales han hecho presencia reciente en las zonas abandonadas por la guerrilla de las FARC tras la firma del Acuerdo de Paz con el Gobierno, en noviembre pasado.
Finalmente, el colectivo indígena de Colombia hizo un llamado al Gobierno y al ELN (Ejército de Liberación Nacional) para que implementen pronto un cese del fuego bilateral en medio de las negociaciones de paz que se llevan a cabo en Quito.
TERRORISMO DE ESTADO EN COLOMBIA: 
Herramienta paramilitar en Colombia

Por Equipo OjosparalapazColombia
El Paramilitarismo es una Herramienta del Estado colombiano, creada por recomendación estadounidense, con formadores estadounidenses y del Mossad. Esta estrategia Estatal es co-financiada por las multinacionales.
La herramienta paramilitar del Estado colombiano es uno de los principales mecanismos del Terrorismo de Estado en Colombia, empleado para amedrentar a la población y viabilizar así el saqueo de Colombia por transnacionales. La herramienta paramilitar es esencial para acallar a las poblaciones y para garantizar la acumulación capitalista.
El paramilitarismo es la herramienta por excelencia del terrorismo de Estado que busca acallar la reivindicación social, a la par que busca provocar masivos desplazamientos poblacionales para que las multinacionales exploten las tierras codiciadas. Miles de personas han sido víctimas del Terrorismo de Estado en Colombia: masacres, asesinatos, desapariciones forzadas, torturas son el resultado de la doctrina militar del “enemigo interno”. El genocidio continúa perpetrado por las herramientas oficiales y para-oficiales de un Estado al servicio del Gran Capital. El paramilitarismo es financiado por el Estado, los latifundistas, y las multinacionales.
La herramienta paramilitar fue preconizada desde mediados del siglo pasado por los Estados Unidos: ya la misión Yarbourough de 1962 establecía claramente sus directivas en cuanto a la conformación del paramilitarismo para someter a la población y crear masivos desplazamientos poblacionales, para "combatir al comunismo" y garantizar el avance de la depredación capitalista en Colombia. Los manuales de tortura de la CIA como el KUBARK, son ampliamente utilizados por el ejército colombiano que se rige por la doctrina contrainsurgente y el nefasto concepto del “enemigo interno” bajo el cuál los aparatos Estatales desarrollan el genocidio contra el pueblo colombiano.
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