Friday, October 31, 2014

Brasil - honor y gloria al companeirho Cleomar -- MAOISTROAD



Honra e glória aos heróis do povo!

Companheiro Cleomar, Presente na Luta!

Viva a revolução agrária, democrática e antimperialista!





Dirigente camponês assassinado no Norte de Minas

Crime anunciado do latifúndio com omissão e participação de “autoridades”.

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O companheiro Cleomar é mais um mártir da Revolução Agrária no Brasil
Na tarde de 22 de outubro, o dirigente camponês, coordenador político da Liga dos Camponeses Pobres (LCP) do Norte de Minas e Sul da Bahia, Cleomar Rodrigues de Almeida, 46 anos, foi assassinado por pistoleiros a mando de latifundiários com um disparo de escopeta calibre 12 quando voltava do município de Pedras de Maria da Cruz para a Área Unidos com Deus Venceremos, onde vivia.
Cleomar era um dos “filhos do meio” de uma família numerosa de 18 filhos concebidos em dois casamentos. Seu pai nos contou um pouco da saga de uma família de trabalhadores. Alguns foram para a cidade tornando-se operários ou assumindo outras profissões. Cleomar também tentou a vida na cidade, foi viver em São Paulo, tornou-se operário da construção. Voltou às suas origens em Pedras de Maria da Cruz, montou um pequeno comércio e integrou-se à vida e luta dos camponeses, fazendo-se ativista e forjando-se na luta contra o latifúndio, como um destacado e respeitado dirigente da Liga dos Camponeses Pobres.
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O dirigente da LCP produzindo mel
Na cerimônia do funeral, presidida pela coordenação da LCP do Norte de Minas e Sul da Bahia, tomaram a palavra a Comissão Nacional das LCPs, a Liga Operária, o Sindicato dos Trabalhadores da Construção de Belo Horizonte e Região (Marreta), o Movimento Feminino Popular (MFP), o Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR), a Associação Brasileira dos Advogados do Povo (Abrapo) e o Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos (Cebraspo), que transmitiu mensagem de solidariedade da Frente Independente Popular do Rio de Janeiro (FIP-RJ). Uma guarda de honra formada por ativistas camponeses foi montada diante do corpo de Cleomar, coberto pela bandeira vermelha da LCP.
Um coordenador regional da LCP abriu a cerimônia com as seguintes palavras:
“Entendemos que existe essa divisão de classes em nosso país. Há muitos que estão no poder e que se posicionam de forma contrária, dizem que não existe luta de classes, que vivemos em um país democrático e as leis existem para todos. Mas isso não acontece.
Foi por causa da classe que o companheiro representa que estamos aqui diante dessa situação, mas queremos falar para todos os companheiros presentes, para todos os familiares, que estamos no caminho certo.
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Bandeiras vermelhas da LCP acompanharam o cortejo
Representamos a classe dos oprimidos, dos mais sofridos, daqueles que constroem tudo e não tem direito a nada. Não tem direito à saúde, não tem direito à educação, não tem direito ao lazer e não tem direito ao transporte que satisfaça nossos interesses. Por isso, hoje estamos fazendo essa homenagem ao Cleomar para reafirmar e deixar claro o quanto esse companheiro serviu a luta e o quanto ele representa para a gente, que representa a nossa classe. Tivemos a felicidade de nos últimos três dias estar junto com o companheiro, dia e noite, defendendo isso que acreditamos, que é uma Revolução Agrária, que é a transformação de nosso país, por uma Nova Democracia em que todos tenham os direitos que hoje nos são negados”.
O boletim de denúncia publicado pela LCP foi lido durante a cerimônia. Parte desse boletim foi redigida pelo próprio Cleomar pouco antes de seu assassinato. São palavras que ele disse em alto e bom som diante de “autoridades”, representantes do governo, Ministério Público e comando da Polícia Militar, em uma Audiência Pública realizada no dia 9 de outubro, revelando ameaças que ele e vários camponeses vinham sofrendo por parte do latifúndio. Nessa audiência pública, Cleomar denunciou, inclusive, a participação de policiais e de um oficial de “justiça” em ações para expulsar camponeses das terras tomadas do latifúndio e pescadores que vivem e trabalham nas vazantes (regiões de terras baixas e férteis que passam algum tempo alagadas pelas águas dos rios e que, nos períodos de seca, são utilizadas para a produção). O representante da Abrapo, que esteve presente nessa audiência, contou que Cleomar apontou “Marquinhos”, conhecido por todos na região como pistoleiro a soldo do latifúndio, como elemento que ameaçava os camponeses.
Ao denunciar a ação de policiais e da pistolagem em Pedras de Maria da Cruz, Cleomar foi aplaudido pelos camponeses presentes na Audiência, que reconhecerem sua verdade e sua firmeza.
O projeto do panfleto que estava em sua bolsa ficou crivado de projéteis de chumbo e manchado com seu sangue.
Uma dirigente da LCP se dirigiu aos familiares, companheiros e amigos de Cleomar com as seguintes palavras:
“Tenham certeza que nós da LCP vamos reafirmar em toda nossa luta a luta do companheiro, fazer valer o sangue que ele derramou pela destruição do latifúndio em nosso país e pela construção de uma sociedade nova.
Ele era exemplo de que não devemos ter ilusões com esse Estado que negou terra, que negou água aos camponeses. Romper qualquer ilusão com esse Ministério Público que negou justiça para o companheiro. Quantas vezes ele foi ameaçado? O que foi feito? Nada! Nenhuma medida foi tomada. O companheiro chegou a ser ameaçado pelo investigador Danilo, da Polícia Civil de Januária, porque organizava os camponeses para lutar.
O companheiro Cleomar vive na nossa luta, nas nossas palavras de ordem, nos compromissos que assumimos coletivamente com o companheiro de tomar as terras do latifúndio, de fazer avançar a Revolução Agrária. Esse é o juramento que ele fez, deu a vida, e reafirmamos a decisão de honrar esse juramento.”
Após a cerimônia política, os familiares e amigos fizeram suas últimas despedidas. O caixão com o corpo de Cleomar percorreu as ruas de Pedras de Maria da Cruz em um cortejo silencioso, aberto pelos guardas de honra empunhando as bandeiras vermelhas da LCP. Várias pessoas se revezaram segurando as alças do caixão.
Dor e revolta. Populares se aglomeravam nos comércios e acompanhavam com olhares silenciosos de solidariedade. No cemitério, após breve cerimônia religiosa, o corpo de Cleomar foi sepultado.
“Companheiro Cleomar, vingaremos sua morte!” juraram solenemente dezenas de camponeses repetindo esse grito de revolta diante da sepultura do dirigente camponês, que foi coberta por uma dezena de coroas de flores enviadas por apoiadores da luta camponesa de todo o país.
Desde a redação de A Nova Democracia transmitimos também nossa mensagem de dor e revolta, certos de que as sementes plantadas por Cleomar florescerão nas batalhas dos camponeses em todo o país.






Escrito por Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres

Na tarde do dia 22 de Outubro o dirigente camponês Cleomar Rodrigues de Almeida, de 46 anos foi covardemente assassinado por pistoleiros a mando de latifundiários. Quando voltava da cidade para a área onde vivia com mais 35 famílias camponesas, foi atingido por um disparo de escopeta calibre 12 à queima roupa. O companheiro Cleomar era o Coordenador Político da Liga dos Camponeses Pobres do Norte de Minas e Sul da Bahia.
O companheiro Cleomar e a LCP há muito que denunciavam as ameaças que ele e vários trabalhadores, que moram na região, vinham sofrendo por parte do latifundiário das fazendas Pedras de São João Agropecuária e latifundiários vizinhos. As ameaças eram constantes e foi denunciado inclusive a participação de policiais e oficial de justiça na trama para expulsar os camponeses das terras e os pescadores das vazantes. Diante de várias denúncias e da total ausência de providências por parte das autoridades do Estado, os latifundiários e seus bandos desde muito tempo têm fustigado, ameaçado e provocado as famílias de trabalhadores rurais da região. É gritante em todo o país a COMPLETA OMISSÃO e CUMPLICIDADE das autoridades como o MP, INCRA e OUVIDORIA AGRÁRIA com tantos crimes cometidos pelos latifundiários, enquanto criminalizam todos os que lutam pela terra: camponeses pobres, quilombolas e indígenas!
No dia anterior, o companheiro Cleomar, como lutador e dirigente da Liga esteve presente todo o dia com as famílias da Área Vitória, em Verdelândia, comemorando mais uma derrota do latifúndio, quando após mais de 15 anos de resistência dentro da área as famílias do Vitória obtiveram decisão da justiça consolidando a posse pelos camponeses daquelas terras, onde tanto sangue dos pobres do campo já correu.
Denunciamos os latifundiários das Fazendas Pedras de São João Agropecuária e vizinhos Rodolfo, Iran de Moura e Antonio e seu pistoleiro Marquinhos. Responsabilizamos ainda as autoridades do Ministério Público já acionadas à exaustão e sempre fazendo-se de surdas, responsabilizamos o Ouvidor Agrário Nacional senhor Gercino da Silva que tem assistido a um verdadeiro massacre de lideranças camponesas e só faz acusar e incriminar os camponeses em luta, justificando os bárbaros crimes do latifúndio. Responsabilizamos os governos e seus orgãos INCRA, Fundação Palmares e SPU na sua imunda política de jogar quilombolas contra camponeses, pescadores contra camponeses, vazanteiros contra pescadores, enfim jogar o povo pobre contra o povo pobre para favorecer aos latifundiários. Como também responsabilizamos os partidos e organizações oportunistas que se arrastam mendicantes para este governo Dilma/PT, demagogo e corrupto, governo dos grandes burgueses e latifundiários, serviçais do imperialismo, principalmente dos Estados Unidos.
O companheiro Cleomar era um dedicado e decidido dirigente camponês, exemplar militante da Liga dos Camponeses Pobres e seu destacado dirigente, defensor incansável da destruição do latifúndio e da Revolução Agrária que entregue a terra a quem nela trabalha, como único caminho para se fazer justiça, acabar com as relações de exploração e com a opressão e pelo estabelecimento de uma verdadeira e nova democracia em nosso país. Como parte dos melhores filhos e filhas do povo, o companheiro Cleomar seguirá sendo exemplo para todos lutadores do povo e se iludem os que o assassinaram, mandantes e executores, que com isto irão derrotar a luta do povo. Saibam que ao contrário do que sonham, de afogar em sangue a luta pela terra, o sangue derramado dos melhores filhos e filhas do nosso povo só regará nossa luta, aumentará nosso ódio de classe a todo este sistema parasita de exploração e opressão e fará maior ainda nossa sede de justiça. Ele como tantos seguirão vivos em nossas irrenunciáveis bandeiras vermelhas de luta!
Morte ao latifúndio!
Justiça e terra a todos os camponeses pobres sem terra ou com pouca terra!
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Brasil - A nova democracia Editorial - PT ressuscita a múmia PSDB





O derradeiro capítulo da presente farsa eleitoral se encerrou com um suspiro de alívio da camarilha petista, como o de quem escapa da morte por um triz. Mas sua vitória apertada já é reveladora de uma situação de crise que ocupará o cenário político doravante.

E é com pompa e circunstância que os próceres e corifeus das principais siglas do Partido Único, vencedores e derrotados da farsa eleitoral, regozijam-se cometendo declarações em frases de efeito de que quem venceu foi a democracia. Isto para fazer o panegírico de instituições, as quais não podem mais que ser nominadas de escombros de uma velha democracia, valhacouto e tugúrios da moral.

Basta ver os pilares de tal ordem que Dilma chamou de uma das maiores democracias do mundo: PT, PSDB e PMDB, só para ficar no principal do entulho. Uma mirada no cenário político nacional de um ano e meio atrás, comparada com o desfecho da farsa eleitoral, é suficiente para concluir que a maior façanha política do PT foi a de ressuscitar a múmia PSDB. Aí estão como sempre os fantasmas e monstros do lado ou por trás da nova direita a que se alçou o PT: os Sarneys, os Barbalhos, os Calheiros e Collors, e, como contraponto do “jogo democrático”, um PSDB assentado e legitimado nas regiões mais desenvolvidas, mais ricas e mais populosas do país.

Esse verdadeiro estado de calamidade pública – expressão da decomposição do velho Estado genocida brasileiro, de seu sistema e regime políticos e de sua base econômico-social, o capitalismo burocrático e a dominação semicolonial imperialista vigentes no país – é a face do resultado eleitoral. Para isso as duas candidaturas se valeram dos recursos mais ignóbeis para faturar votos. Foi um show de falso moralismo anticorrupção, de falso combate à corrupção, de ameaças de volta à Idade Média e de ofensas pessoais distribuídas subterraneamente (assim como os dois fizeram com Marina, que era igual a eles).

De maneira geral, as duas campanhas confirmaram (não era necessário) mais uma vez que as duas candidaturas eram iguais na essência da subjugação nacional e dos favorecimentos ao latifúndio e à grande burguesia. Nos “debates” televisivos, propagandas eleitorais, em qualquer lugar, nada se viu sobre os problemas fundamentais do povo.

A democratização do acesso à terra, antes uma bandeira do oportunismo petista, não encontrou nem um sussurro de contemplação. Aliás, a vergonhosa política agrária da atual gerência, aliada ao incremento, por tropas federais, da repressão aos camponeses, indígenas e remanescentes de quilombolas, garantiu-lhe o apoio incontinenti dos latifundiários. Ao mesmo tempo, o latifúndio ganhou carta branca para assassinar camponeses, como o caso da tocaia contra o dirigente camponês Cleomar Rodrigues de Almeida, assassinado covardemente nas proximidades da tomada de terra onde morava e produzia com sua família no Norte de Minas no dia 22 de outubro, dias antes da “festa da democracia”.

Sobre a militarização que vem tomando conta das populações pobres, seja com as polícias estaduais ou as tropas do exército e da Força Nacional de Segurança ocupando os bairros proletários e invadindo acampamentos camponeses e sem-teto, o que prometeram foi ampliá-la ao máximo. E no caso dessas promessas não havia nada de cínico.

E nada foi dito, porque concordam também, sobre a perseguição e prisões políticas da juventude combatente dos protestos que se iniciaram em junho do ano passado. Claro está que aos que continuarem nas ruas está reservada a costumeira e brutal repressão em qualquer esfera.

O país continuará entregue à dominação imperialista, principalmente ianque, com a integridade da política econômica apontada para a manutenção e sobrevida dos monopólios estrangeiros, com renúncia fiscal sem garantia de empregos, enormes taxas de juros, desindustrialização, etc..

Aos operários, particularmente com o inevitável agravamento da crise, seguirão reservadas as inalteráveis precarização, achatamento salarial e as péssimas condições de trabalho, ademais do corte de direitos e de preferência, com armas apontadas para suas cabeças a pretexto de garantir a ordem nos canteiros de obras. As empreiteiras, grandes financiadoras de campanha, seguirão sendo fiéis clientes do velho Estado.

Com muito mais dificuldade que nos pleitos anteriores, as siglas eleitoreiras conseguiram transformar a farsa eleitoral em um plebiscito, algo bem ao gosto de gente escolada na política do ‘nós contra eles’, ou seja, na arte de transformar em opostos dois candidatos muitíssimos parecidos.

E talvez nem se deram conta de que cada voto para seu candidato foi, na verdade, o voto contra o outro, voto esse influenciado por preconceitos, moralismos, ataques pessoais, etc.. Ao final, as cenas de confraternização, de elegância bufa dos pronunciamentos da vencedora Dilma e do derrotado Aécio, seriam hilárias se não fossem o suprassumo do cinismo descaramento. Se bem que é ao mesmo tempo confirmação a mais de que são todos farinha do mesmo saco.

Se os números totais do boicote foram ligeiramente menores que no primeiro turno, aumentou o número das abstenções, que são a forma mais consciente e ativa de boicotar a farsa eleitoral. No Rio de Janeiro, estado tradicionalmente mais rebelde, o boicote foi o primeiro colocado, ultrapassando os votos do candidato eleito a governador.

Ao sair do período de catarse coletiva criado pelos marqueteiros, o país segue no rumo do agravamento de uma crise econômica já instalada e profunda, cujo agravamento foi adiado para depois das eleições (o PSDB fez o mesmo com a crise da água em São Paulo).

Com sua base social reduzida e resultado eleitoral ilegítimo – mesmo dentro da farsa que é – pela alquimia dos votos válidos, o oportunismo eleitoreiro mergulhará em águas turvas, pressionado por setores “críticos” a reformar a fachada imunda do putrefato velho Estado. Porém, não será capaz de atender as mínimas demandas populares.

Triunfante, Dilma discursou falando de transformações, apelando à união nacional! Descontado o cinismo de sempre, de que transformação ela falava? Falou em resposta e sintonia com as palavras que o derrotado Aécio lançou aos seus ouvidos ao cumprimentá-la pela vitória.

Preparemo-nos, aproximam-se tempestades cada vez maiores! A luta de classes está em um novo ciclo e é cada vez mais urgente derrotar o imperialismo, o latifúndio, a grande burguesia e as condições para o desmascaramento completo do oportunismo eleitoreiro, imprescindível para liberar as energias revolucionárias das massas populares, amadureceram formidavelmente.

Turkish State support for ISIS Documented Again



France - la mort de Remi et la mobilitation popoulaire


Un jeune homme est décédé dans la nuit de samedi à dimanche sur le site du barrage contesté de Sivens (Tarn) dans le contexte d’affrontements avec les gendarmes qui a suivi la manifestation de 7.000 personnes contre le projet de barrage. Les circonstances précises entourant le décès de Rémi, 21 ans, sont encore très floues. Sa mort a eu lieu dans le contexte d’affrontements avec les gendarmes vers 02H00 du matin.
A deux kilomètres environ du rassemblement, à proximité immédiate des parties du chantier qui ont commencé à être aménagées, des affrontements ont eu lieu à partir de 16 h 30 entre 100 et 150 manifestants cagoulés qui se sont affrontés à environ 200 gendarmes mobiles (renforcés en fin d’après-midi avec l’arrivée de nouveaux cars). Les forces de l’ordre ont fait usage de gaz lacrymogènes et de grenades assourdissantes. Plusieurs blessés parmi les opposants étaient dénombrés.

V


France : Rassemblements en hommage à Remi

Suite au décès suspect d’un opposant à la ZAD du Testet, (Voir notre précédent article), plusieurs rassemblements auront lieu aujourd’hui en France :
- Lyon, 19h devant la préfecture
- Nantes, 18h devant la préfecture
- Albi, à 14h devant la préfecture
- Clermont-Ferrand, 19h devant la préfecture
- Saint-Brieuc, 18h, Préfecture
- Périgueux, 17h30 Préfecture
- Saint-Étienne, 18h00 Préfecture
- Rennes, 18h Mairie
- Poitiers, 18h30 Hôtel de Ville
- Marseille, 17h30 Vieux-Port
Edit : un rassemblement aura également lieu à Montpellier à 19h30.

Rassemblements à Bruxelles pour Rémi

Une quinzaine de personnes se sont rassemblées hier soir devant la résidence de l’ambassadeur français à Bruxelles. Un autre rassemblement aura lieu à 14h devant l’ambassade même (65 rue ducale).
Selon les dernières informations, il s’avèrerait en effet que Rémi, militant dans la ZAD du Testet a effectivement été tué par une grenade lacrymogène de la police. Plus d’informations dans la journée.
Voir le dossier: France - Autres sujets avec les tags: - - Nos sources
27 octobre 2014

France : Le point sur la mort de Rémi Fraisse

Rémi Fraisse, 21 ans, a été tué par des gendarmes dans la nuit du samedi 25 au dimanche 26. Il a vraisemblablement été tué par l’explosion dans son dos d’une grenade lacrymogène. Rémi était un manifestant de la "ZAD du Testet" (Dont nous avions déjà parlé ici) où la police utilise souvent des fusils anti-émeutes et des gaz et grenades lacrymogènes. Dés l’annonce du meurtre de Rémi, de nombreux rassemblements ont eu lieu. Une trentaine en France, deux à Bruxelles, et au moins un à Turin. Lors de plusieurs de ces manifestations des affrontements ont éclaté entre manifestants et policiers, les manifestants ont également brisé les vitrines de banques. A Nantes, 600 personnes ont manifesté et plusieurs centaines d’entre eux ont affronté la police, au moins 6 personnes sont en garde à vue suite à cette émeute.

 30 octobre 2014

France : Pas de suspension pour le meurtre de Rémi

Alors que la ZAD du Testet se reconstruit de plus belle et que des manifestations opposent la police anti-émeute et des manifestants à travers toute la France, un colonel de la gendarmerie a annoncé que la mort de Rémi était "accidentelle" et qu’il n’y aurait pas de suspension. Alors qu’il a été clair depuis la première nuit que Rémi a été tué par les gendarmes, l’enquête très médiatique préfère rejeter la faute sur une "minorité de manifestants violents" que d’évoquer même la bavure policière ("Rémi aurait été tué par une grenade utilisée habituellement par la gendarmerie...").
i Fraisse ne faiblit pas
Suite au meurtre de Rémi Fraisse, la mobilisation ne faiblit pas. La thèse avancée à présent par le gouvernement -alors qu’il commence à admettre que c’est effectivement un gendarme qui a lancé la grenade- est que les gendarmes ont réagi en ’légitime défense’ en lançant des grenades offensives mêlant TNT et gaz lacrymogène. Le gouvernement a précisé qu’il n’y aurait pas de suspension dans la gendarmerie et que les grenades offensives au TNT continueraient à être utilisées contre des manifestants.
A Paris, des centaines de personnes ont manifesté avec des casques hier soir.180 personnes ont été arrêtées suite à des affrontements. 33 personnes ont été gardées-à-vue (27 pour refus de prévèvement et 6 pour attroupement armé). Plusieurs personnes sont toujours en état d’arrestation. A Rouen, une trentaine de manifestants ont occupé un centre de recrutement de la gendarmerie, quatre personnes ont été arrêtées puis relâchées. Vo
Des dizaines de rassemblements ont eu lieu et continuent à avoir lieu partout en France, en Italie et à BruxellesVous pouvez consulter une liste à jour de tous les rassemblements  
info par secours rouge

Facebook works for FBI

Internet : Comment Facebook scanne sa messagerie à la recherche de criminalité

Facebook utilise un système pour détecter les conversations autant trait à des activités criminelles. Si cette nouvelle ne surprendra pas grand monde, le méthode est tout de même assez pro-active que pour être signalée. Un premier écrémage est effectué par des logiciels robots qui recherchent des mots ou des phrases spécifiques. L’activité réciproque des utilisateurs est également utilisée pour détecter les conversations ’suspectes’ : deux utilisateurs qui n’ont jamais communiqué avant, qui sont situés à des points géographiques différents ou qui n’ont pas d’amis en communs sont donc plus suspects. Cette technique avait déjà été utilisée par le FBI ( "Quelle est la personne que vous cachez à votre entourage ?" ). Une fois que ce logiciel a fait cet écrémage, il envoie les chats suspects à des employés de Facebook qui décident si ceux-ci valent la peine d’être envoyés à la police. Facebook a déclaré "il est important pour nous d’avoir un logiciel qui génére peu de faux positifs, nous ne voulons pas dédier une équipe à la sécurité". Le réseau social s’est également défendu en affirmant que cette surveillance du site avait permis d’arrêter au moins un prédateur sexuel américain et un meurtrier espagnol. Le fait que Facebook peut transmettre les informations à la justice si elle le juge nécessaire est écrit dans ses conditions d’utilisation. Notons également que Facebook Messenger est l’un des moyens de communication les plus prisés au monde, loin devant les SMS.
Voir le dossier: Sécurité IT avec les tags: -

India - bandh call given by Maoists on Thursday in VISAKHAPATNAM

Visakha Agency braces for bandh
VISAKHAPATNAM: Gripped by fear after the murder of a Veeravaram villager and the subsequent lynching of three Maoists by angry tribals, Visakha Agency is now bracing for the bandh call given by Maoists on Thursday. Following the recent incident in Veeravaram village where Gemmeli Sanjeeva Rao was murdered by the Reds and three Maoists, including a commander rank Naxalite Sindri Chinna Ranga Rao, were lynched in retaliation, tribals have confined themselves to their villages in the Visakha Agency and are too scared to even venture out to the weekly markets, sources said.
After the Veeravaram lynching, the CPI Maoist East Division leader Kailasam had stated that 19 villagers involved in the killings of the three Maoists had been identified and he warned those responsible for the act to offer their apologies and surrender before the party failing which they would be punished. Suspecting large scale violence by the Reds, cops have launched extensive combing operations involving 500 security personnel in the Visakha Agency.
Cops are carrying out vehicle checks and taking suspected persons into custody for interrogation, sources said. Night halt buses in the interior pockets and night services were cancelled on Wednesday and a call on whether to run buses in the interiors on Thursday would be taken based on the prevailing situation. Narsipatnam OSD Vishal Gunni told TOI that forces had been deployed for combing operations and his department had taken precautionary measures to deal with Naxalites.

India Youths join the maoists


Jorhat, Oct. 29: Nearly 30 youths from Tinsukia, Dibrugarh and Sivasagar districts of Upper Assam, who had gone outside the state for employment, may have joined the Maoists. Sources in the police department said an inquiry was on to ascertain whether the youths (all men) who reportedly went outside Assam two years ago to work for private firms were really employed in the companies or had joined Maoist organisations.
The suspicion arose on the basis of inputs collected by the police from local sources that these youths, who had left in 2012, had not visited their homes since and seldom called their family and friends. These youths hail from the tea gardens and villages of Chabua, Tingkhong and Rajgarh areas in Dibrugarh district, Sadiya, Panitola, Guijan and Tangana areas in Tinsukia district and from Charaideo subdivision of Sivasagar district.
The sources said these are Maoist-sensitive areas, from where at least 10 youths have joined extremists in the past. The most wanted Maoist leader of Assam, Adiyta Bora, is from Tingkhong. He was arrested in Odisha in 2011 and brought to Assam. He has since jumped bail. In May 2012, four Maoist cadres were killed in an encounter with the police in Sadiya, which was the first such incident in Assam. The sources said the parents and guardians of the 30 youths under scanner had told the police that their children had gone to Karnataka, Tamil Nadu and Kerala and were employed in the hospitality sector, private security agencies and construction companies.
However, the guardians were unable to provide proper addresses of their wards’ residences or employment firms. They reportedly told the police that their children did not call them up frequently in order to save money. The police have not been able to contact the youths’ mobile number (prepaid SIM cards). So they have asked the mobile companies to provide details of the user and the locations of the said numbers.
The guardians also told the police that their boys had not sent them any money. Most of the parents do not have bank accounts and the police are in the process of checking whether any deposits have been made into the accounts of those who have. A senior police official told The Telegraph that investigations conducted so far had raised suspicions that these youths might have joined the Maoists. He said the police were collecting information on the youths from their counterparts in the southern states on the basis of information collected from the youths’ parents.