Italian classist trade union Slai cobas per il sindacato di classe supports this proposal - info slaicobasta@gmail.com
Greetings
comrades,
letter
we
are sending a proposal for a joint announcement and coordinated actions on the
issue of Armaments and war preparations.
We
attach a proposal for a joint declaration for the ReArm Europe and military
programmes in Europe. The proposal includes 2 weeks of actions in each country between 30/5-15/6 in our countries.
We
have sent this propossal to the organisations from Europe that signed
the joint declaration of Athens in February but of course we do not
intend to exclude any European organisation that wants to participate.
With Comradely Greetings
CPG(m-l)
People's
blockade to war and imperialism.
No
to armaments-Mass struggle for our rights!
The
conditions for war preparation are formed by the imperialists on the
planet and by the governments all over Europe. The conflict in
Ukraine, apart from being the bloodiest since World War II, is also
the most dangerous for global developments as it brings together the
most acute intra-imperialist conflicts. With this unjust war between
the USA-NATO and Russia at the centre, the conditions for the next
World War are being prepared. But also the economic-trade war of
tariffs not only does not resolve the intra-imperialist
contradictions, but instead charges them and is used as a tool for
the formation of imperialist camps.
That
is why developments in the dizzying arms race are rapid:
the
USA are building a new gravity bomb that will be 24 times more
powerful than the nuclear bomb used in Hiroshima.
Russia
proceeds with the production of a new aircraft carrier and satellite
carrying nuclear weapons.
“Não ter um correto ponto de vista político equivale a não ter alma.” (Presidente Mao)
Rompemos com a Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo
porque, tanto em teoria como na prática, ela defende e aplica uma
caricatura de marxismo. Seu estreito espírito de seita, atitude
doutrinária perante as massas e descompromisso com as próprias palavras
são apenas expressões de um apodrecimento ideológico e político
completos. Esta organização saltou ininterruptamente do infantilismo à
caducidade, sem chegar jamais a produzir os frutos maduros que há muito
prometeu. Ela e seus satélites, além das palavras vazias, das bravatas e
ameaças contra os que a criticam, esqueceram desde há muito o balanço
do grande Pedro Pomar sobre o Araguaia1.
Em seu lugar, defendem um foquismo rebaixado, deste tomando emprestada a
ilusão de que a revolução pode ser feita por um punhado de “heróis” em
substituição ao povo, mas sem que a sua prática tenha qualquer heroísmo
verdadeiro, diferentemente do demonstrado pela geração que combateu o
regime de 64. Ao contrário, enganam a militância honesta nas cidades –
via de regra, os mais jovens e inexperientes, porque os trabalhadores
têm instinto e experiência de classe suficientes para não caírem na sua
ladainha – e oprimem as massas ou se associam a quem a oprime, ali onde
dizem aplicar o que chamam de “revolução agrária”, falácia teórica e
política, mera derivação da ideia de “poder popular” integrado ao Estado
reacionário. Como políticos burgueses, seus dirigentes não falam o que
fazem e fazem o que não falam (embora falem bastante!).
A Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo – cujo até o
nome está errado porque, como observaria o Camarada Gonzalo, se é do
povo, como não defenderia os seus direitos? – não aplica o centralismo
democrático. Isso tem levado ao afrouxamento de laços entre militantes e
massas, estagnação e mesmo retrocesso do trabalho. O famoso “das massas
para as massas” do Presidente Mao é substituído pelo frenetismo mais
insano, com concentração exagerada de tarefas nas mãos dos dirigentes e
nenhuma liberação de energia e iniciativa dos membros de seus
organismos. Nenhum revolucionário pode se forjar, nem chegar a ser
dirigente, sem observar os métodos corretos de trabalho, estudo e
propaganda. Discordamos do “centralismo democrático, principalmente
centralismo”, porque isto não é dialética, nem maoísmo, mas puro
palavrório que justifica uma contrarrevolução na teoria do partido
estabelecida por Lênin e desenvolvida pelo Presidente Mao. Se se observa
atentamente o estilo de escrita e trabalho e o culto aos dirigentes
descaradamente promovido por esta organização, além da desqualificação
pura e simples das divergências, constataremos que ela é herdeira das
piores tradições do revisionismo da história do movimento comunista no
Brasil.
As organizações de massas que se juntaram a este processo após 2013
(em geral constituídas por ativistas combativos e dispostos a se
vincular ao povo, como era o caso da Unidade Vermelha aqui em São
Paulo), por exemplo, foram assassinadas e seus laços com o movimento
real dos trabalhadores foi aniquilado. À juventude, são ensinados os
hábitos de seita, de estrito exclusivismo e um estilo de clichê que gera
proezas como a de empreender um trabalho político pretensamente
encoberto e ao mesmo tempo andar uniformizado. Sejamos justos,
semelhante proceder é realmente de uma enorme criatividade! Como o
famoso rei da mitologia, mas ao contrário, a direção da Frente
Revolucionária destrói as iniciativas onde consegue colocar suas mãos.
Rompemos com a atitude de sectarismo estreito, seja com as massas que
a Frente Revolucionária pretensamente dirige, retirando-lhe de suas
mãos as decisões, seja na unificação para as ações com outros grupos
dispostos a lutar. Tal prática vai completamente contra o princípio de
que “as massas fazem a história”. Na verdade, a dita Frente
Revolucionária é na prática uma ficção e na teoria uma deturpação, pois
nada mais é do que a propaganda, de tempos em tempos, pelos meios mais
estapafúrdios ainda por cima, de uma única posição. Quanto à luta
proletária e popular reais, ela invariavelmente está à sua margem.
Independência política, tal como defenderam Marx, Lênin e Mao não é
atuar só, e sim saber unir-se e separar-se de outras forças de acordo
com os interesses da classe em cada momento específico. Seus dirigentes
confundem combatividade com excentricidade, momento em que seu ranço
obreirista-reformista se converte num dos mais negativos traços
intelectualistas pequeno-burgueses, com o que têm profunda identidade,
inclusive pela base de classe que predomina no interior do seu
movimento. A sua estratégia política é simplória: um punhado de
iluminados, através da propaganda altissonante, mostrará ao povo “o
caminho da verdade”, todos os descontentes se aglutinarão ao seu redor e
o Mar Vermelho se abrirá. Em suma, é a repetição de um caminho que a
história já provou ter fracassado.
Rompemos com a Frente Revolucionária porque discordamos que a
ideologia científica do proletariado hoje é “marxismo-leninismo-maoismo,
principalmente maoismo, aportes de validez universal do Presidente
Gonzalo”, um salto que teria sido “comprovado pela própria experiência
brasileira” (!?!) e que nem mesmo em seus organismos internacionais tem
ampla aceitação, quem dirá entre os partidos que dirigem guerras
populares. Como uma profecia autorrealizada, esta organização diz que
está vencendo porque se apoia numa ideologia pretensamente correta,
comprovada nas suas próprias “vitórias”… É um argumento circular, em que
o que virá “comprova” a prática de hoje, a conclusão funda a premissa e
a ideia “cria” a realidade: apenas como mistificação, é claro. Rompemos
com a interpretação da própria ideologia como algo engessado antes
mesmo de colocá-la à prova dos maiores desafios, expressão de sua
compreensão metafísica da teoria marxista do conhecimento. Esta não
admite a desvinculação entre teoria e prática (a prática como critério
da verdade), menos ainda “avanços ideológicos” por pura lógica interna
dos argumentos. Seu subjetivismo na leitura da luta de classes no país e
internacionalmente (com sua “ofensiva estratégica”) é prova disso.
Sua militância e outros ativistas honestos, iludidos com este espelho
convexo, acreditam piamente em tais vitórias, porque a ausência de
democracia (ou seja, luta interna) e de vínculo com as massas bloqueia o
contato com o mundo exterior e priva os quadros e ativistas do
contraditório. Ocorre que a verdade não pode ser comprovada fora da
contradição, isto não seria ciência, mas religião. Olhem para a
manifestação do G20 no Rio de Janeiro: o bloco desta organização era uma
coluna muito minoritária, e muito bem comportada aliás, no ato
convocado pelo minoritário PCO. Este é o tamanho real, a expressão real,
acumulada em décadas por esta organização, quando aparece ao vivo e não
pela ótica das inúmeras camadas de edição do seu “maoismo fotográfico”.
Outro exemplo foi a mobilização para intervir no ato pelo fim da escala
6×1 em São Paulo, quando a militância, apenas para variar, foi
convocada em cima da hora e orientada a se apresentar como uma
determinada entidade operária que na verdade só existe nas páginas de
certa imprensa de ficção política e nos relatórios internos (e isto na
maior concentração proletária da América Latina). Ainda assim, não
conseguiu ter nenhuma interferência nos acontecimentos e nem atrair
efetivamente qualquer trabalhador.
Isto também vale para as suas pretensas, e sempre hiperadjetivadas,
“batalhas” no campo (e a hiperadjetivação não deixa de ser sintomática),
que certamente merecem investigação e estudo à partes. Seja como for,
dizer que não era possível, nesses últimos anos todos, um maior acúmulo
de força política, porque as condições não permitiam, é apenas uma
variação oportunista de atribuir às massas a responsabilidade pela sua
própria incompetência. Aos militantes que buscam desenvolver trabalho de
massas no interior desta estrutura, chamamos a que reflitam: esta
linha, seu estilo e seu método têm permitido algum desenvolvimento sério
na relação com as massas? A vocês dizemos que as injúrias não nos
importam e nem nos atingem, somos e continuaremos a ser pela luta
política; estamos e continuaremos a estar abertos a todos aqueles que
queiram lutar.
Tal caricatura de maoismo chancela a prática e a persistência em
erros fundamentais para o desenvolvimento do movimento revolucionário no
país e internacionalmente. Nesse processo de elevação da nossa
consciência, foi fundamental a leitura do documento “Marxismo-Leninismo-Maoismo: a pedra de toque da revolução proletária em nosso tempo”2, elaborado pelos companheiros do Comitê Comunista Maoísta e recentemente traduzido e publicado na Revista Two Lines Struggle nº 43.
Tal documento faz o diagnóstico completo dos desvios nos campos
teórico, político e organizacional que também são defendidos pela Frente
Revolucionária e organizações afins. Perguntamos aos que são pela luta
de duas linhas: por qual razão não houve resposta a essa crítica? Os
marxistas, certamente, não podem temer o debate. E a justeza de suas
posições, se corretas, não sucumbem diante de críticas injustas. A
supressão do debate lhes parece correta? O silêncio a seu respeito,
passados já tantos meses, prova tanto a covardia de sua direção –
especialista em “luta de duas linhas” em ambiente controlado, como se
fosse um boxeador que só soubesse lutar contra adversários com as mãos
amarradas –, como a sua incapacidade, porque para respondê-lo teria que
elaborar soluções que nunca forneceu em trinta anos, apoiada na
confortável repetição de que afinal de contas tal ou qual definição é
correta porque “foi dita por Gonzalo”. Desafiada em público a sustentar
suas “verdades incontestáveis”, vê-se de repente desamparada, condenada a
viver de ainda mais frenetismo e ainda mais bravatas. Se acham que atos
espalhafatosos, desses que geram alguns minutinhos de fama no Twitter,
respondem argumentos teóricos consistentes, também nisso revelam seu
distanciamento absoluto do socialismo científico e dos exemplos dados
por Marx, Engels, Lênin, Stalin e Mao. Ainda mais importante do que
indagar da atuação de uma organização (e já falamos bastante da atuação
desta organização!) é questionar com que concepção ela atua. Quanto
às acusações que fez circular de que os companheiros que romperam
trilhariam o caminho do pós-modernismo, das eleições e tantos absurdos
sem fundamento, foram todos desmentidos pelos seus documentos publicados
e sua intervenções recentes na luta de classes junto às massas.
A nossa autocrítica a fazemos rompendo publicamente com a Frente
Revolucionária, com o propósito de superar concepções errôneas e métodos
de trabalho típicos do revisionismo, demarcando perante os
trabalhadores e a juventude o que é o marxismo-leninismo-maoismo, que
tem sido exposto ao ridículo pelas teses e prática desta autêntica
“Retaguarda Revolucionária”.
Against the Imperialist War, Reaction, Fascism,
Repression, Poverty and Oppression
Proletarians and Oppressed Peoples of the
World, unite!
We Have Nothing to Loose But Our Chains and
Have a World to Win!
Let’s
take the streets this May 1st,
international day of struggle of the working class and oppressed
peoples that is being held this year in a context of sharpening
imperialist system contradictions and growing repression, which is
opposed by a growing resistance of the proletarians and peoples.
The
furious attacks of imperialists, their States and their governments
on proletarians and the masses reflect the unloading on proletarians
and the masses of their general crisis that is deepening.
Primero de Mayo, se dan cita en las calles de todo el mundo
millones de proletarios de diferentes nacionalidades para conmemorar el
Día Internacional de la Clase Obrera. Ese día se demuestra que al mundo
lo mueve la fuerza de trabajo del obrero, porque es la clase mayoritaria
en la sociedad la que se moviliza ese día mostrando su unidad y
organización. Espontáneamente la clase obrera, la que vive a costa de
vender su fuerza de trabajo a la burguesía a cambio de salarios de
hambre, se organiza para resistir, para conquistar sus derechos y
defender los que ya tiene en el terreno económico, y la forma principal
de organización en ese aspecto son los sindicatos, que agrupados, forman
federaciones y centrales sindicales.
Sin embargo, no basta resistir, es necesario ir a la raíz del
problema de la superexplotación económica y la opresión política que
sufre la clase obrera. Para ello se necesita destruir por medio de la
violencia revolucionaria el sistema capitalista y sobre sus ruinas
construir el Socialismo científico. Ir a la raíz del problema y acabar
con el sistema capitalista no es la función principal de las
organizaciones sindicales, aunque un sindicalismo revolucionario, con
sello de clase proletario sí puede ser capaz de educar y movilizar a las
masas sindicalizadas para hacer avanzar ese interés máximo de la clase
productora de toda la riqueza social. Si bien toda lucha económica es
una lucha política porque representa el enfrentamiento directo de las
dos clases antagónicas en la sociedad capitalista: la burguesía y el
proletariado, la forma organizativa sindical no es suficiente para
enfrentar y vencer a los capitalistas e imperialistas de forma
definitiva. Es deber del Partido político del proletariado guiar al
proletariado, la clase obrera moderna, en la lucha política por la
emancipación de las cadenas del capital.
El Partido que se propone restaurar en Colombia esta organización
marxista leninista maoísta, es un Partido de corte leninista: que cumpla
con la severa discreción conspirativa; que tenga una rigurosa selección
de afiliados; y que cuente con un equipo de revolucionarios
profesionales. La severa discreción conspirativa se trata de todas las
medidas de seguridad que se tengan que tomar para garantizar la
existencia del Partido y sus militantes: como es normal, sólo un Partido
que actúe en la clandestinidad, por fuera de la estrecha democracia
burguesa puede aspirar a cambiar de raíz la sociedad actual y no será
permitido por las clases enemigas del pueblo que usará toda la represión
estatal para acabarlo. Por lo tanto, es necesario guardar la
conspiratividad necesaria que le permita a ese Partido, actuar bajo las
condiciones de represión que le va a imponer la dictadura de los
capitalistas. La rigurosa selección de afiliados tiene que ver con que
no cualquiera puede ingresar a ese Partido que nos proponemos construir
los comunistas revolucionarios en Colombia: al ser un Partido de cuadros
disciplinados y dispuestos a ser dirigentes de masas, sólo los
elementos más probados y resueltos, que estén de acuerdo con llevar a la
práctica su línea política, de masas y militar, podrán ingresar y
permanecer en él.
Sólo aquellos cuadros que estén dispuestos a cumplir con la
disciplina consciente, a cumplir los estatutos y practicar el
centralismo democrático, podrán ser militantes de ese Partido. Y para
sostener esa organización, es necesario contar con un equipo de
revolucionarios profesionales que dediquen su vida, a investigar la
realidad, a ir a las masas, a aprender de ellas y elevar su nivel de
consciencia en la práctica revolucionaria.
¿Qué clase es la llamada a construir ese Partido? Pues la clase
obrera, en específico el proletariado y principalmente el proletariado
fabril que mueve los medios de producción de los capitalistas con su
fuerza de trabajo y les genera las superganancias. Pero también están
llamados a cumplir esta importante tarea los proletarios agrícolas, los
que le venden su fuerza de trabajo a los comerciantes, a los banqueros.
Los campesinos pobres que se encuentran endeudados con el capital
financiero y les generan la renta a los terratenientes. Los
intelectuales y artistas comprometidos con la causa del pueblo. La mujer
proletaria es decisiva para construir ese Partido, pues son la mitad
del cielo y sin ellas no será posible construir el dispositivo
estratégico, el cuartel general que se necesita para organizar la
Revolución.
Y si la burguesía, los terratenientes e imperialistas no van a ceder
por las buenas el poder a la clase obrera y a los campesinos, ¿cuál es
la vía de la Revolución? La de la violencia revolucionaria, en concreto
la vía de la Guerra Popular que en Colombia tomará la forma de la
insurrección armada en las principales ciudades que concentran la
producción económica, la vida política y los cuarteles del Estado
burgués – terrateniente. Insurrección armada que, por medio del Ejército
Popular, dirigido por el Partido, debe aniquilar las fuerzas de los
enemigos del proletariado.
Hoy llamamos especialmente a los obreros vinculados a la producción
fabril a unirse conscientemente a la restauración del Partido del
proletariado en Colombia como parte de la futura Internacional
Comunista, porque son el sector más avanzado de nuestra clase, por su
número, por su disciplina, por su organización. Y también a concretar la
alianza obrera-campesina que una los intereses y luchas del campo y la
ciudad. El Primero de Mayo se refrendan estas importantes tareas del
proletariado y de los comunistas en Colombia.
Statement of the ILPS Asia and the Pacific Regional Committee
Informality is what the world of work in Asia and the Pacific looks
like. Conservative estimates peg that up to 90% of the workers in South
Asia are part of the informal sector, while for the rest of the region
is around 66%.
Such condition of work leads to race-to-the-bottom for wages, dearth
or even lack of social protection, unsafe and dangerous work, as well as
those hard-earned worker rights being eroded. When a worker can easily
be hired or fired due to the deregulation of the labour market, the
wages of workers will take a hit, as the employers have more leverage to
pushed down the wages, as workers are forced to swallow the bitter pill
of lower pay, or choose unemployment. Social protection, occupational
health and safety, as well as other rights that are usually included in
existing labour laws, do not cover the informals who remain outside of
labor laws.
Most women workers are in the informal sector. They work as domestic
workers, home-based workers, temporary and agency workers, own-account
and unpaid family workers. When they do belong to the formal sector,
women wages are often lower than male workers. Unemployment is what many
young workers are facing, with the youth unemployment figures 2-3 times
higher than adult workers.
While the workers across the region suffers from current economic
crisis and struggle to pay for an honest meal, the rich continues to get
bigger. The Ambani’s and the Adani’s continue their climb to be among
the richest billionaires, not only in the region but in the whole world.
Gautam Adani is currently the 2nd richest person in Asia and 25th in the world, while Mukesh Ambani takes the top spot for Asia, and 9th in the world, with a net worth close to USD 120B.
The capitalists and their defenders continue to drive wedges amongst
the working people. Host workers are pitted against migrant workers,
informals are blamed for lack of jobs of those in the formal sector,
while those who cannot find work are blamed as parasites of the system.
These are antiquated tactics of divide-and-rule and aims at obfuscating
the real source of the crises: capitalism and the bosses themselves.
We must build a common front of workers in Asia and the Pacific
opposed to all forms of capitalist exploitation and oppression. Instead
of being divided, all workers, whether migrant or host workers, formal
or informal, unemployed or employed, must come together and stand
against the bosses. All workers must fight for decent jobs, higher
wages, for social protection and safe workplaces. We must fight together
in the local, national, regional and global level. Solidarity of the
working people will defeat the schemes of the capitalist and creates the
possibility of a better future for humanity.
Build a common front of workers across Asia and the Pacific!
Fight together against capitalist and imperialist exploitation and oppression!
Solidarity and struggle for a better future for the working people and the planet!
Signed,
International League of Peoples’ Struggle – Asia and the Pacific Regional Committee
Foto do evento de
lançamento da Revista Revolução Cultural
A Revista Revolução Cultural,
o Novo MEPR e o Movimento Revolucionário de Mulheres realizaram, na
semana de 7 a 12 de abril, uma vigorosa campanha internacionalista em
defesa da Revolução Indiana e da Libertação Palestina.
Evento de lançamento da Revista Revolução CulturalSarau na UFF
Através de agitação e propaganda dentre as massas trabalhadoras e
estudantis, com colaços, panfletagens, pichações e reuniões, bem como
difusão de documentos dos maoistas indianos, cumprimos o chamado emitido
pelo Comitê Internacional de Apoio à Guerra Popular na Índia (CIAGPI).
Em meio a esta importante mobilização, fizemos o evento de lançamento
de nossa Revista, ponto culminante desta jornada. Entendemos que é uma
obrigação de todos os lutadores consequentes a defesa da luta do povo
indiano, em particular dos indígenas Adivasis e dos revolucionários
maoistas do glorioso PCI (M) que lutam ao lado do povo contra a Operação
Kaagar, perpetrada pelo governo reacionário de Modi. Neste ano, Modi
foi ao encontro do fascista Trump para demonstrar seu alinhamento e
pedir mais bençãos na sua guerra ao próprio povo.
Dazibao sobre a revolução indianaFaixa: Abaixo a Operação Kagaar do Estado Indiano
Ao lado dessa luta estão os povos da Palestina, que desde o
descumprimento do acordo de cessar-fogo por parte da entidade sionista
de Israel e sua recente tentativa de cercar Gaza, vêm resistindo
heroicamente e conclamando apoio internacional em defesa da sua
libertação.
Foto tirada no encontro do Novo MEPR
A revista Revolução Cultural, o Novo MEPR, o MRM e demais
organizações populares se colocam ao lado dessas lutas e convoca todos
os revolucionários, ativistas e massas do Brasil a denunciar os crimes
de guerra do Estado indiano e de Israel, condenando o Imperialismo
ianque como principal apoiador e financiador dessas guerras, e
levantando alto a bandeira da revolução de Nova Democracia. Fazemos isto
cientes de que, apesar dos enormes sacrifícios, ninguém poderá impedir a
vitória final das forças populares.
Pichação em defesa da revolução indiana e da resistência PalestinaPichação em defesa da revolução indiana e da resistência Palestina
Abaixo a Operação Kaagar! Morte ao regime fascista e genocida de Modi e Netanyahu! Viva a Revolução Indiana e o Partido Comunista da Índia (Maoista)! Viva a invencível resistência palestina! Viva o internacionalismo proletário!
Colaço na UNIRIOColaço na UFRJColaço na UERJColaço na UFRJColaço na UFR