Redação de AND
No Rio de Janeiro, o
Movimento Feminino Popular – MFP organizou uma celebração ao Dia
Internacional da Mulher Proletária realizada no Instituto de Filosofia e
Ciências Sociais (IFCS) da Universidade Estadual do Rio de Janeiro
(UERJ).
A
celebração foi dedicada às memórias gloriosas da companheira Sandra
Lima, fundadora, dirigente e principal formuladora da linha do
movimento, falecida em 27 de julho de 2016; e da companheira Dirma,
fundadora do MFP na cidade do Rio de Janeiro, falecida no último dia 14
de fevereiro.
Dezenas
de mulheres estudantes e jovens, trabalhadoras, donas de casa e
ativistas de movimentos populares como o Movimento Estudantil Popular
Revolucionário (MEPR) e Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do
Povo (FRDDP) participaram da celebração, que realizou a leitura do
documento A situação internacional e as tarefas do Movimento Comunista Internacional, fruto do V Encontro de Partidos e Organizações Marxista-leninista-maoístas da América Latina.
Uma
militante do MFP ressaltou em sua intervenção a importância de
compreender a situação atual do mundo, de crise geral do imperialismo e
da situação revolucionária que avança no Brasil, esclarecendo a imensa
responsabilidade que recai aos que vivem nessa época, particularmente às
mulheres que, como metade do povo, têm que romper os grilhões da quarta
montanha (a opressão feminina) e desfraldar e aplicar o maoísmo, se
lançando com decisão à luta revolucionária por transformar o mundo.
Para
coroar com uma jubilosa homenagem, um grupo de jovens mulheres
revolucionárias, empunhando um estandarte estampando imagem da dirigente
revolucionária Sandra Lima, marcharam em formação militar e entoando o
Hino do MFP, emocionando e entusiasmando os presentes.
Em Pinhais (PR) uma pichação foi feita
com os dizeres: “Companheira Sandra Lima: Presente na Luta! Despertar a
fúria revolucionária da mulher!”, assinado pelo MFP.
Em Belo Horizonte (MG), ativistas revolucionárias do MFP realizaram vibrante agitação na troca de turnos da fábrica da Lear Corporetion,
onde nem mesmo a forte chuva foi capaz de esfriar o ânimo
revolucionário das mesmas. Distribuindo panfletos que explanavam a
situação do país e da mulher brasileira, as ativistas convocaram as
operárias a organizarem-se e ir à luta por transformar o país.
Durante a
agitação, faixas celebrando o centenário da Grande Revolução Socialista
de Outubro na Rússia e do 8 de março foram estendidas, além do
estandarte da dirigente Sandra Lima que foi honrosamente conduzido por
uma operária da construção civil.
As
ativistas do MFP, acompanhadas por ativistas do Sindicato da Construção
Civil de BH (Marreta), da Liga Operária, do MEPR e da Unidade Vermelha
encerraram a agitação entoando os Hinos do MFP, “Conquistar a Terra” e
outras canções revolucionárias.
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